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Programas de qualidade de vida devem fazer parte da cultura empresarial

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Para o neurocirurgião e escritor Francinaldo Gomes, conferencista do 19º CBQV, bem-estar e saúde estimulam a produtividade e a prosperidade dos colaboradores

Apostar na qualidade de vida (QV) dos profissionais é um investimento que a organização faz no próprio crescimento. Afinal, colaboradores saudáveis e engajados são essenciais para a boa produtividade e para o alcance das metas. O que ajuda a empresa a alcançar outro patamar. Assim, é possível afirmar que promover melhores condições de trabalho é desenvolver uma equipe engajada e saudável.

Esta é a opinião do neurocirurgião, educador financeiro e escritor Francinaldo Gomes, que fará a conferência “Enriquecer faz bem à saúde”, no primeiro dia 19º Congresso Brasileiro de Qualidade de Vida (CBQV), promovido pelo Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), entre os dias 17 e 20 de maio.

Considerado o principal evento sobre qualidade de vida da América Latina e o único no país a abordar a temática de modo amplo e inclusivo, o 19º CBQV será virtual e vai debater o momento vivido, compartilhar conhecimento e promover ações que visem o bem-estar dos trabalhadores em um mundo VUCA (volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade), por meio de uma programação científica composta por temas do momento, trazidos por experts nacionais e internacionais.

Gomes, que é autor do livro que tem o mesmo nome de sua palestra, onde mostra uma estratégia para a independência financeira que permite se trabalhar com o que se gosta, com tempo para cuidar da família, dos amigos e da saúde, defende que os programas de qualidade de vida visam promover o bem-estar das equipes e, com isso, aumentar a produtividade. E quando a saúde é um dos pilares dentro da organização, os programas de QV devem fazer parte da cultura empresarial.

“Empresas que colocam a produtividade a qualquer custo, acima de tudo, estão fadadas a diversas decepções, incluindo a irônica queda na produção. Do outro lado, gestores que, junto do departamento de RH, prezam por seu capital humano, colhem frutos enriquecedores e duradouros”, afirma o neurocirurgião.

Ele explica que as organizações são constituídas por pessoas e o objetivo de qualquer indivíduo é um dia a dia satisfatório e recompensador, que proporcione o sentimento de realização pessoal e coletivo.

“Todas as empresas têm a responsabilidade de participar de maneira saudável desse processo, contribuindo para desenvolver trabalhadores mais felizes e completos”, ressalta Gomes.

Embora o tema qualidade de vida no trabalho venha sendo debatido a mais de meio século, com ações mais efetivas a partir da década de 1970, a sua aplicação ainda enfrenta muitos obstáculos, com uma enorme distância entre o discurso e a prática

O cenário atual do contexto de trabalho vem sendo marcado pelas constantes modificações e pela competitividade, segundo o palestrante do 19º CBQV, e as empresas precisam ir muito além dos investimentos de ordem tecnológica, pois, cada vez mais, o diferencial está nos talentos humanos, que são responsáveis pelas organizações crescerem.

Gomes comenta que o primeiro desafio para implementar um programa de QV diz respeito à mudança de mentalidade dos tomadores de decisões dentro das empresas, já que um dos grandes problemas das instituições brasileiras é a qualidade dos seus gestores.

“Muitos priorizam apenas o ganho financeiro, a percepção de que o bem-estar das equipes aumenta a produtividade da empresa deve ocorrer. Tem ainda os que questionam o fato de os investimentos na implantação dos programas de qualidade de vida serem imediatos e os resultados não. Com isso, fica a ideia de que está havendo gastos sem o devido retorno. Entretanto, os gestores precisam ver os programas de QV como investimentos que darão frutos bons e duradouros por muitos anos”, destaca.

Outro desafio na opinião do neurocirurgião diz respeito ao fato de que muitas empresas adotaram o regime de home office para seus funcionários durante a pandemia e, com isso, tende a haver dispersão e dificuldade de implantar programas coletivos.

“Mas os colaboradores devem ser educados no sentido de que mesmo no trabalho remoto, eles continuam exercendo atividades para a empresa. Por conta disso, os programas de QV devem ser revistos, reformulados se preciso. Cabe a empresa buscar formas de manter as ações de bem-estar e de promoção à saúde usando recursos de ensino a distância, por exemplo”, observa Gomes.

Estratégias de incentivo

Francinaldo Gomes afirma que não adianta muito definir ações para uma cultura saudável se não existe suporte adequado para os colaboradores. Para que os programas de qualidade de vida sejam efetivos, ele alegar ser muito importante trabalhar também estratégias de incentivo e estímulo, para que o engajamento seja satisfatório e os resultados sejam alcançados.

E pelo fato de a qualidade de vida ser influenciada por todos os aspectos: familiar, social e profissional é que o neurocirurgião defende em seu livro “Enriquecer faz bem à saúde”, que dá título à sua palestra no 19º CBQV, que com a independência financeira dará tempo para cuidar da família, dos amigos e da saúde; e para se ganhar ainda mais dinheiro.

“Os programas de QV contribuem para aumentar a produtividade das pessoas e das empresas bem como para motivá-las a crescer, prosperar e tornarem-se seres humanos melhores. Motivação, produtividade e propósito são requisitos necessários para quem deseja enriquecer com saúde. Portanto, o enriquecimento por meio da educação financeira e os ganhos obtidos com os programas de qualidade de vida ajudam as pessoas a atingirem os mesmos objetivos”, garante Gomes.

A programação completa está disponível do no site do 19º CBQV. As inscrições podem ser feitas pelo link: https://abqv.org.br/congresso/inscricoes. Associados à ABQV têm desconto especial.

Inscreva-se e participe do principal evento sobre qualidade de vida da América Latina!

 

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