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Prática regular de atividade física auxilia no combate às doenças crônicas e melhora a qualidade de vida

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Incentivo aos exercícios pelas organizações também é um importante compromisso com a saúde do trabalhador

A prática da atividade física tem muitos impactos para a saúde individual e coletiva. Está associada à diminuição de fatores de risco às principais doenças crônicas não transmissíveis, por ser um recurso importante para a prevenção, tratamento, reabilitação e promoção da saúde e qualidade de vida.

No webinar “Promoção da atividade física e redução do comportamento sedentário, entre o desejo individual e o direito ao acesso”, promovido pela Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), em 6 de abril, Daniel Sandy, profissional de Educação Física do Trabalho e especialista em Pausa Ativa Ocupacional Consciente, e Daniel Petreça, profissional de Educação Física e analista técnico da Coordenação-Geral de Promoção da Atividade Física e Ações Intersetoriais do Ministério da Saúde, ressaltaram que toda oportunidade de movimento é válida e que devemos quebrar os longos períodos de comportamento sedentário.

Até 5 milhões de mortes por ano poderiam ser evitadas se a população em todo o mundo fosse mais ativa, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Estatísticas da entidade internacional mostram que um em cada quatro adultos e quatro em cada cinco adolescentes não praticam atividade física suficiente. Globalmente, estima-se que isso custe US$ 54 bilhões em assistência médica direta e outros US$ 14 bilhões em perda de produtividade.

Segundo Sandy e Petreça, a atividade física regular proporciona bem-estar físico, mental e emocional e é fundamental para prevenir e controlar:

  • Doenças cardíacas e metabólicas;
  • Diabetes tipo 2;
  • Câncer;
  • Reduz os transtornos mentais, como depressão e ansiedade, e o declínio cognitivo;
  • Melhorar a memória; e
  • Exercitar a saúde do cérebro. 

De acordo com o Guia de Atividade Física para a População Brasileira, lançado em junho de 2021 pelo Ministério da Saúde para incentivar que as pessoas tenham hábitos mais saudáveis e melhor qualidade de vida, a OMS recomenda pelo menos 150 minutos  de atividade física semanal para adultos – quando não tiver contraindicação.

O incentivo à atividade física nas empresas também é um importante compromisso com a saúde do trabalhador, segundo os especialistas, uma vez que ela proporciona:

  • Ganho de energia;
  • Vigor;
  • Aumento da autoestima do colaborador;
  • Melhora da concentração e da produtividade no trabalho;
  • Redução de atrasos, faltas e de abstenções por doenças;
  • Fidelização dos funcionários. 

“O compromisso com a saúde do trabalhador gera respostas excelentes para a empresa. Por isso, cada vez mais, a implantação de programas de qualidade de vida está sendo tratada como um distintivo estratégico, ganhando a consideração dos empresários”, explicou Petreça. 

Identificação e prazer

As organizações que incorporam algum tipo de atividade física em seus programas de promoção à saúde devem entender que é fundamental que os colaboradores se identifiquem e sintam prazer ao realizar essas ações para garantir a aderência.

“Para a obtenção de sucesso no oferecimento desse tipo de benefício, é essencial que a empresa auxilie os seus colaboradores na escolha da atividade que mais combina com o perfil de cada um. Isso porque as pessoas precisam sentir prazer durante a prática de exercícios físicos para que se disciplinem a manter uma rotina ativa e conquistem resultados efetivos em curto, médio e longo prazos”, reforçou Sandy.

Os especialistas concluíram que também é importante incentivar as oportunidades que a cidade oferece para se manter fisicamente ativo, como os parques, ciclovias, ciclofaixas e as diversas possibilidade de caminhar por ela.

Assista a íntegra do webinar “Promoção da atividade física e redução do comportamento sedentário, entre o desejo individual e o direito ao acesso” no canal da ABQV no YouTube.

 

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