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Cursos de qualificação profissional abrem e encerram as atividades do 20º CBQV

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Seis treinamentos de atualização sobre programas de qualidade de vida, ESG, saúde mental, atividade física e felicidade no trabalho serão realizados nos dias 3, 6 e 7 de outubro

Com o objetivo de promover a educação continuada dos profissionais que atuam com promoção da saúde e bem-estar, dentro e fora das organizações, a Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV) realiza nos dias 3, 6 e 7 de outubro seis cursos on-line e ao vivo, com temas atuais e de extrema relevância para as ações de qualidade de vida.

Os treinamentos, segundo a diretora de Educação e Conhecimento da ABQV, Karla Kurtz, foram cuidadosamente pensados para estarem alinhados à temática do 20º Congresso Brasileiro de Qualidade de Vida (CBQV), que será realizado em 4 e 5 de outubro, em formato híbrido no Instituto  de Ensino e Pesquisa Sírio-Libanês, e que terá como tema central: “Mundo Híbrido: Desafios e Oportunidades para o Bem-Estar do Trabalhador".

“Este ano, ampliamos a quantidade de cursos pela necessidade de disseminarmos o conhecimento em assuntos com maior enfoque atual, como felicidade, fatores psicossociais no trabalho, autogerenciamento da saúde com foco em atividade física, governança e liderança, que estão integrados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), e com o conceito ESG (environmental, social and governance, da sigla em inglês, que corresponde às práticas ambientais, sociais e de governança de uma organização)”, destaca Karla.

Inclusive o curso pré-congresso, no dia 3 de outubro, das 8h às 18h, será “Promoção de saúde e bem-estar na estratégia ESG”. Gracia Elisabeth Fragalá, assistente social, com MBA em Gestão de Pessoas e Negócios, e membro do Conselho Deliberativo da ABQV, vai ministrar a capacitação, que vai relacionar a metodologia de "Ambiente de Trabalho Saudável", da Organização Mundial da Saúde (OMS), com os ODS e avaliar os resultados, utilizando os indicadores comuns propostos pelo World Economic Forum.

“A dimensão social do ESG é uma oportunidade para as empresas inserirem o cuidado com as pessoas no foco do investidor. Além disso, os consumidores têm buscado cada vez mais marcas comprometidas com a preservação ambiental e com ações de responsabilidade social”, explica Gracia.

Qualidade de vida

Na manhã do dia 6, será a vez do curso “Implementação de programas de qualidade de vida – Passo a passo para o sucesso”, com a psicóloga Sâmia Aguiar Brandão Simurro, diretora de Certificação da ABQV.

O treinamento terá quatro horas de duração e pretende, de forma prática e objetiva, condensar alguns conceitos essenciais para a implementação de programas de promoção de saúde e qualidade de vida integrados, baseado nos melhores modelos lógicos de eficácia.

saúde dos trabalhadores tem sido comprovadamente associada a um potencial competitivo das organizações. Profissionais saudáveis, motivados, que trabalham num ambiente de segurança física e psicológica, são mais criativos e produtivos. Empresas que investem na saúde de seus profissionais de forma consistente dentro de uma metodologia baseada em evidências são organizações mais saudáveis, sustentáveis e competitivas”, destaca Sâmia. 

Saúde mental

A partir das 14h, do dia 6, será a vez de Ana Carolina Peuker, psicóloga e diretora de Mercado e Expansão da ABQV, realizar o curso “Gestão dos fatores psicossociais do trabalho: Boas práticas em programas de saúde mental corporativos”.

A proposta é mostrar que se bem manejados, os riscos psicossociais podem levar a benefícios expressivos, como o aumento no engajamento dos colaboradores, maior produtividade, inovação e sustentabilidade organizacional, e que, em especial, após a crise pandêmica, investir no capital psicológico da organização é um aspecto essencial para a sustentabilidade e estratégia de valor dos negócios, atrelado às diretrizes de ESG e ODS da ONU. 

“Considerando os atuais padrões de excelência em saúde e segurança ocupacional e gestão de pessoas, os aspectos relacionados à saúde mental dos colaboradores devem ser vistos como parte fundamental na gestão da saúde, da segurança e do bem-estar no trabalho. As organizações alinhadas com esses padrões devem estar atentas aos riscos psicossociais presentes no contexto de trabalho, assim como ocorre com os riscos físicos, químicos e biológicos”, pontua Ana.

Atividade física

Também na tarde do dia 6 de outubro, será promovido o curso “Promoção da atividade física no mundo híbrido – Como convergir com outras agendas?”, com Douglas Roque Andrade, educador físico e diretor de Conhecimento e Educação da ABQV.

Durante quatro horas o objetivo será discutir quais e como as ações, programas e políticas de promoção da atividade física podem ser utilizadas como estratégias sistêmicas de convergência de diferentes agendas sinérgicas, como a Política Nacional de Promoção da Saúde, os ODS e as pautas ambientais, sociais e de governança.

“A atividade física é um fator que impacta positivamente a saúde individual e coletiva para além da morbidade e mortalidade vinculada às doenças crônicas não transmissíveis. É reconhecido também que um estilo de vida fisicamente ativo possui relação com indicadores de saúde mental e pode ser utilizado como uma estratégia de cuidado integral à saúde, gerando impacto econômico às organizações. Para tanto, é fundamental que a atividade física seja compreendida como um direito”, observa Andrade.

Foco em resultados

“Estruturação de programas de qualidade de vida com foco em medição de resultados” abre as atividades na manhã do dia 7 de outubro, com o médico cardiologista, especialista em Medicina do Trabalho, Eduardo Bahia Santiago, vice-presidente da ABQV.

O objetivo do treinamento é propiciar aos líderes de programas de qualidade de vida, bem-estar e de saúde um modelo e ferramentas adequadas para a gestão dessas ações e sua maturação ao longo do tempo, considerando um processo de melhoria contínua.

“A relevância do tema qualidade de vida e trabalho cresceu nos tempos recentes, pandêmicos. Entretanto, programas de saúde não devem ser banalidades e entretenimento. Os negócios seguem um processo de melhoria contínua e do mesmo modo os programas de qualidade de vida que oferecem seus resultados em médio e longo prazos. Entregar resultados é fundamental para a sustentabilidade das intervenções em saúde”, explica Santiago.

Felicidade no trabalho

“Programas de Felicidade no Trabalho – Como implantar” encerram as atividades de capacitação pós-congresso, na tarde do dia 7 de outubro.

Karla, que também é médica, especialista em Medicina de Trabalho, será a responsável pelo curso que visa estabelecer os construtos básicos de felicidade no trabalho, com base em conceitos relacionados à filosofia, psicologia positiva e neurociência, que subsidiam cientificamente os programas; apresentar a metodologia de implantação de programas de felicidade no trabalho e métricas de avaliação de programas de felicidade no trabalho.

“O tema felicidade encontra-se no núcleo da implantação de programas de bem-estar e saúde mental nas organizações. Os critérios ESG e os ODS enfocam a importância do social e da saúde, respectivamente, na sustentabilidade das empresas, não somente nas questões ambientais, mas nas pessoas, principais atores dos negócios. Pessoas felizes são mais sustentáveis em seus processos de vida e as organizações têm um papel preponderante em dar condições para que a felicidade transborde”, ressalta Karla.

As inscrições para os cursos devem ser feitas separadamente, no site do 20º CBQV.

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