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	<title>Arquivo de RH | ABQV</title>
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	<description>Associação Brasileira de Qualidade de Vida</description>
	<lastBuildDate>Fri, 12 Jun 2026 12:37:44 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Conheça as melhores estratégias para fortalecer a resiliência dos colaboradores em cenários de mudança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Associação Brasileira de Qualidade de Vida - ABQV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[colaboradores resilientes]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolver resiliência]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alterações organizacionais aceleradas, metas cada vez mais desafiadoras e a busca por resultados consistentes tornaram a capacidade de se adaptar e de se recuperar de adversidades um dos atributos mais procurados. É nesse contexto que a resiliência dos colaboradores deixa<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Alterações organizacionais aceleradas, metas cada vez mais desafiadoras e a busca por resultados consistentes tornaram a capacidade de se adaptar e de se recuperar de adversidades um dos atributos mais procurados. <strong>É nesse contexto que a resiliência dos colaboradores deixa de ser um traço de personalidade desejável e passa a ser uma competência estratégica.</strong></p>
<p>Mas o que exatamente significa ser resiliente no trabalho? E o que as organizações podem fazer para cultivar essa habilidade de maneira sustentável? <strong>Confira esse e outros pontos importantes nos tópicos abaixo e arregace as mangas para consolidar esse atributo tão importante!</strong></p>
<h2>Afinal de contas, o que define a resiliência dentro e fora do trabalho?</h2>
<p>O termo tem origem na física e descreve a propriedade de determinados materiais de retornar ao seu estado original após sofrerem deformação sob pressão. Ainda que essa imagem seja importante, precisamos ir além quando abordamos a resiliência das pessoas, em qualquer contexto.</p>
<p>Desse modo, a <a target="_blank" href="https://www.apa.org/topics/resilience">Associação Americana de Psicologia (APA)</a> define resiliência como o processo e o resultado de uma <strong>adaptação bem-sucedida a experiências difíceis ou desafiadoras, especialmente por meio da flexibilidade mental, emocional e comportamental diante de demandas internas e externas.</strong> Segundo a entidade, três fatores se destacam nesse processo:</p>
<ul>
<li>a forma como o indivíduo percebe e se engaja com o mundo;</li>
<li>a disponibilidade e a qualidade dos seus recursos sociais;</li>
<li>as estratégias de enfrentamento que ele mobiliza diante das adversidades.</li>
</ul>
<p>Isso significa que a resiliência profissional vai além de suportar momentos difíceis, envolvendo ainda a capacidade de adaptar-se rapidamente, aprender com experiências adversas e manter uma postura positiva e produtiva, mesmo sob desconforto considerável.</p>
<p>Em outras palavras, <strong>não se trata apenas de &#8220;aguentar&#8221; e sim de transformar o impacto em aprendizado e seguir adiante com mais recursos do que antes.</strong></p>
<p>A própria APA reforça que as <a target="_blank" href="https://abqv.org.br/habilidades-de-um-lider-mais-importantes/">habilidades associadas a uma adaptação mais positiva</a> podem ser cultivadas e praticadas. Portanto, deve ficar claro que resiliência não é um traço fixo com o qual se nasce ou não.</p>
<p>Em paralelo, ela parece trazer benefícios para o bem-estar individual. Estudo publicado em 2022 no <a target="_blank" href="https://www.mdpi.com/1660-4601/19/23/15944"><em>International Journal of Environmental Research and Public Health</em></a>, com dados de 3.762 adultos, mostrou que pessoas com maior resiliência apresentaram significativamente menos problemas de saúde mental (como <a target="_blank" href="https://abqv.org.br/ansiedade-no-trabalho/">ansiedade</a> e <a target="_blank" href="https://abqv.org.br/url-depressao-no-trabalho/">depressão</a>, por exemplo).</p>
<h2>Por que a resiliência dos colaboradores é algo tão relevante nos ambientes profissionais?</h2>
<p>Empresas que operam em ambientes voláteis, incertos e de alta competitividade sentem os efeitos da baixa resiliência de maneira concreta: <strong>aumento do absenteísmo, queda no </strong><a target="_blank" href="https://abqv.org.br/job-crafting/"><strong>engajamento</strong></a><strong>, maior rotatividade e deterioração do clima organizacional</strong>. Logo, o impacto é emocional, mas também financeiro e produtivo.</p>
<p>Quando uma organização incentiva a resiliência em seu ambiente, os colaboradores sentem-se mais seguros e motivados a enfrentar desafios, o que reduz a rotatividade de pessoas e aumenta a lealdade ao posto de trabalho. Esse efeito se multiplica. Assim sendo, equipes resilientes tendem a inovar mais, a colaborar melhor e a manter a <a target="_blank" href="https://abqv.org.br/produtividade-toxica/">produtividade</a> mesmo diante de turbulências.</p>
<p>Profissionais resilientes tendem a ser mais<a target="_blank" href="https://abqv.org.br/apoio-emocional-no-trabalho/"> adaptáveis e emocionalmente equilibrados,</a> o que impacta positivamente suas carreiras e relações interpessoais. Para as organizações, isso se traduz em equipes mais coesas, capazes de atravessar períodos de crise sem colapsar os processos nem comprometer os resultados.</p>
<p>Há ainda uma dimensão de saúde que não pode ser ignorada. <strong>Fortalecer a resiliência dos colaboradores é, também, uma estratégia de promoção da saúde mental.</strong> Isso certamente contribui para o cumprimento das crescentes <a target="_blank" href="https://abqv.org.br/riscos-psicossociais/">obrigações legais</a> relacionadas aos<a target="_blank" href="https://abqv.org.br/riscos-psicossociais-no-trabalho/">&nbsp;riscos psicossociais no trabalho.</a></p>
<p class="leia"><em>Leia também: </em><a href="https://abqv.org.br/saude-mental-e-tabu-no-trabalho/">49% acreditam que a saúde mental é um tabu no trabalho, então veja como criar um ambiente de trabalho saudável.</a></p>
<h2>Quais as melhores estratégias para fortalecer a resiliência no contexto profissional?</h2>
<p>Não existe fórmula mágica, mas a resiliência pode ser desenvolvida, como já destacado. Tal iniciativa funciona melhor quando acontece de maneira estruturada, com ações que envolvem tanto o indivíduo quanto a organização. Entre os exemplos estão:</p>
<ul>
<li><strong>fomentar o desenvolvimento da inteligência emocional,</strong> entendendo como se reage em momentos de frustração para tomar atitudes mais adequadas;</li>
<li><strong>cultivar uma cultura de aprendizagem com os erros</strong>, incentivando os colaboradores a aprenderem com equívocos e a se adaptarem a novas circunstâncias;</li>
<li><strong>fortalecer as relações interpessoais</strong>, uma vez que equipes que se sentem psicologicamente seguras, onde há confiança e espaço para expressar dificuldades, desenvolvem muito mais capacidade de atravessar adversidades coletivas;</li>
<li>i<strong>nvestir em comunicação interna de qualidade</strong>, garantindo que todos estejam alinhados durante uma crise e reduzindo cenários de incerteza;</li>
<li><strong>praticar a flexibilidade diante das mudanças,</strong> encarando uma alteração de rota como uma oportunidade de aprendizado, em vez de uma ameaça.</li>
<li><strong>promover o bem-estar como política e não como benefício pontual, </strong>pois ações isoladas têm efeito limitado, com melhor potencial de oferecer vantagem competitiva no longo prazo.</li>
</ul>
<p>Acima de tudo, vale sempre considerar que a resiliência dos colaboradores não nasce espontaneamente. Ela é cultivada em ambientes onde as pessoas se sentem seguras para errar, aprender e se reinventar. Organizações que entendem isso têm mais chance de sair mais fortes diante de momentos adversos.</p>
<p>Aproveite e descubra agora como <a target="_blank" href="https://abqv.org.br/gestao-tempo-produtividade/">saúde mental, gestão do tempo e produtividade andam juntos no dia a dia de trabalho</a></p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>Resilience</p>
<p><a target="_blank" href="https://www.apa.org/topics/resilience">https://www.apa.org/topics/resilience</a></p>
<p>The Association of Resilience with Mental Health in a Large Population-Based Sample (LIFE-Adult-Study)</p>
<p><a target="_blank" href="https://www.mdpi.com/1660-4601/19/23/15944">https://www.mdpi.com/1660-4601/19/23/15944</a></p>
<p>Resiliência no trabalho: o que significa e como desenvolver em 7 passos</p>
<p><a target="_blank" href="https://solides.com.br/blog/resiliencia-no-trabalho/">https://solides.com.br/blog/resiliencia-no-trabalho/</a></p>
<p>Resiliência profissional: o que é e por que ela é essencial para a sua carreira</p>
<p><a target="_blank" href="https://solides.com.br/blog/resiliencia-no-trabalho/">https://solides.com.br/blog/resiliencia-no-trabalho/</a></p>
<p>Resiliência profissional: o que é, características e como desenvolver</p>
<p><a target="_blank" href="https://hirenow.company/resiliencia-profissional-por-que-empresas-valorizam/">https://hirenow.company/resiliencia-profissional-por-que-empresas-valorizam/</a></p>
<p>Resiliência: 5 dicas para conseguir desenvolver no trabalho</p>
<p><a target="_blank" href="https://www.gupy.io/blog/resiliencia">https://www.gupy.io/blog/resiliencia</a></p>
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		<title>Saiba mais sobre o conceito de nanodegree e descubra se esse é um bom caminho para o seu desenvolvimento profissional</title>
		<link>https://abqv.org.br/desenvolvimento-profissional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Associação Brasileira de Qualidade de Vida - ABQV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado contínuo]]></category>
		<category><![CDATA[especialização]]></category>
		<category><![CDATA[futuro do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[nanodegree]]></category>
		<category><![CDATA[novas habilidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado de trabalho muda em um ritmo que poucos conseguem acompanhar. Novas tecnologias surgem com velocidade inédita, cargos antes considerados estáveis se transformam (ou simplesmente desaparecem) e habilidades que eram diferenciais se tornam requisitos básicos. Nesse contexto, esperar anos<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O mercado de trabalho muda em um ritmo que poucos conseguem acompanhar. Novas tecnologias surgem com velocidade inédita, cargos antes considerados estáveis se transformam (ou simplesmente desaparecem) e habilidades que eram diferenciais se tornam requisitos básicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, esperar anos por uma formação tradicional pode ser tarde demais para qualquer plano de desenvolvimento profissional. <strong>É exatamente nessa lacuna que o chamado </strong><strong><em>nanodegree</em> </strong><strong>se estabelece</strong>. Esse modelo de formação reflete uma mudança estrutural na forma como profissionais e organizações entendem o aprimoramento de habilidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entender o que é, como funciona e quando vale a pena investir em um <em>nanodegree</em> pode ser decisivo para carreiras sustentáveis no longo prazo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda o que é e como funciona um <em>nanodegree</em></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O termo <em>nanodegree</em> (junção, em inglês, de nano + graduação) foi criado pela plataforma norte-americana <em>Udacity, startup</em> que identificou um problema recorrente no ensino online: a maioria das pessoas começava os cursos, mas poucos chegavam ao fim.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A solução encontrada foi estruturar trilhas de aprendizado mais curtas, com foco em projetos práticos e suporte de mentores especializados.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, um <strong><em>nanodegree</em> </strong>é um programa educacional online com duração de cerca de seis meses, voltado para o desenvolvimento de habilidades específicas e diretamente aplicáveis ao mercado. A maioria das trilhas trabalha com módulos sequenciais, projetos práticos, revisão por especialistas e, ao final, uma certificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, além da Udacity, diversas plataformas oferecem programas nesse formato, como Coursera, edX e outros <em>MOOCs</em> (os chamados <em>Massive Open Online Courses</em>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As áreas mais procuradas incluem ciência de dados, inteligência artificial, marketing digital, programação e <em>machine learning,</em> justamente algumas das competências que mais crescem em demanda nas organizações.</p>



<p class="leia wp-block-paragraph"><em>Leia também: </em><a href="https://abqv.org.br/gestao-tempo-produtividade/">Descubra como saúde mental, gestão do tempo e produtividade andam juntos no dia a dia de trabalho</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Em que situações o <em>nanodegree</em> pode ser um recurso estratégico para o desenvolvimento profissional</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <em>nanodegree </em>não substitui uma graduação ou uma pós-graduação (nem é reconhecido oficialmente como tal), mas tampouco precisa competir com elas. <strong>Trata-se de uma ferramenta complementar.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, <strong>em determinados momentos da trajetória profissional, ela pode ser a escolha mais inteligente.</strong> Seu papel tende a ser especialmente relevante em situações como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>transição de carreira:</strong> quando o profissional <a href="https://abqv.org.br/planejamento-estrategia-e-criatividade-sao-fundamentais-para-uma-comunicacao-assertiva-na-promocao-da-saude-dos-colaboradores/">planeja</a> migrar para uma área diferente e precisa validar novas competências sem abandonar sua atividade atual;</li>



<li><strong>atualização em áreas de rápida evolução:</strong> especialmente nas que envolvem tecnologia, dados e automação, onde as mudanças acontecem o tempo todo;</li>



<li><strong>complementação do currículo:</strong> para profissionais que já têm uma formação consolidada, mas percebem <em>gaps</em> em <a href="https://abqv.org.br/habilidades-de-um-lider-mais-importantes/">habilidades</a> técnicas específicas exigidas pelo mercado;</li>



<li><strong>requalificação diante da automação:</strong> à medida que tarefas repetitivas são progressivamente automatizadas, muitos profissionais precisam desenvolver novas habilidades para permanecer relevantes.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esse último ponto merece atenção especial. Um <a href="https://www.learningpeople.com/uk/resources/blog/65-of-the-skills-needed-for-existing-jobs-will-have-changed-by-2030-due-to-ai-according-to-pearson-report/" target="_blank" rel="noopener">relatório da Pearson </a>aponta que <strong>65% das habilidades exigidas pelos empregos que já existem hoje vão mudar até 2030</strong>. Tais mudanças serão impulsionadas, sobretudo, pelo avanço da inteligência artificial e da automação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa que os empregos vão simplesmente desaparecer. O<a href="https://www.weforum.org/press/2025/01/future-of-jobs-report-2025-78-million-new-job-opportunities-by-2030-but-urgent-upskilling-needed-to-prepare-workforces/" target="_blank" rel="noopener"> Fóru m Econômico Mundial </a>projeta que <strong>170 milhões de novos cargos serão criados até 2030, ao mesmo tempo em que 92 milhões serão transformados.</strong> O que muda, de forma estrutural, é o perfil de competências que cada função passará a exigir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário, a aprendizagem contínua deixa de ser um diferencial e passa a ser condição de permanência no mercado. É exatamente aqui que o <em>nanodegree </em>se destaca: ele permite atualizar competências com agilidade, sem abrir mão da vida profissional em curso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para<a href="https://abqv.org.br/tendencias-recursos-humanos/" target="_blank" rel="noopener"> recrutadores,</a> a opção por essa forma de aperfeiçoamento sinaliza ainda a capacidade de aprendizado contínuo e a disposição para se adaptar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como escolher o <em>nanodegree</em> ideal para os seus objetivos profissionais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A oferta de <em>nanodegrees </em>cresceu de forma expressiva nos últimos anos, o que torna a escolha ao mesmo tempo mais rica e mais desafiadora. Se não faltam opções, o que pode faltar é clareza sobre qual delas realmente faz sentido para cada trajetória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto de partida é o autoconhecimento profissional. Antes de escolher qualquer programa, vale se perguntar: <strong>quais são as habilidades que o mercado da minha área está exigindo agora? Onde estão as minhas lacunas? Qual é o próximo passo que quero dar na minha carreira?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As respostas a essas perguntas funcionam como um filtro natural para evitar investir tempo e dinheiro em uma formação desconectada dos próprios objetivos. Além disso, alguns critérios práticos merecem atenção na hora da escolha:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>verificar se o programa foi desenvolvido em parceria com empresas reconhecidas no setor é um indicador importante de relevância e aplicabilidade do conteúdo;</li>



<li>avaliar se há projetos práticos, suporte de mentores e <a href="https://abqv.org.br/como-dar-feedback/">feedback real,</a> e não apenas videoaulas gravadas na estrutura do programa;</li>



<li>pesquisar como recrutadores e empresas da área percebem aquela plataforma ou programa;</li>



<li>analisar a compatibilidade do curso com a rotina, pois, ainda que a maioria dos <em>nanodegrees </em>seja 100% online e flexível, é necessário garantir uma dedicação consistente.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, um <em>nanodegree</em> é um<strong> instrumento capaz de entregar qualificação sólida em um tempo compatível com as exigências do desenvolvimento profissional do presente.</strong> Mais do que turbinar o currículo, eles representam a disposição de aprender o que o mercado está demandando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba agora o que é o <a href="https://abqv.org.br/polywork/" target="_blank" rel="noopener">polywork e como esse conceito pode representar uma nova forma de encarar o trabalho</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Referências </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Future of Jobs Report 2025: 78 Million New Job Opportunities by 2030 but Urgent Upskilling Needed to Prepare Workforces<br><a href="https://www.weforum.org/press/2025/01/future-of-jobs-report-2025-78-million-new-job-opportunities-by-2030-but-urgent-upskilling-needed-to-prepare-workforces">https://www.weforum.org/press/2025/01/future-of-jobs-report-2025-78-million-new-job-opportunities-by-2030-but-urgent-upskilling-needed-to-prepare-workforces</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Workforce 2030 : Skills for thriving in the green and digital transition<br><a href="https://www.ilo.org/publications/workforce-2030-skills-thriving-green-and-digital-transition">https://www.ilo.org/publications/workforce-2030-skills-thriving-green-and-digital-transition</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O que é, como funciona e para que serve um nanodegree<br><a href="https://www.estudarfora.org.br/como-funciona-para-que-nanodegree/">https://www.estudarfora.org.br/como-funciona-para-que-nanodegree/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nanodegrees, os cursos &#8216;online&#8217; que mudarão sua vida<a href="https://www.iberdrola.com/talentos/nanodegrees-ensino-personalizado">https://www.iberdrola.com/talentos/nanodegrees-ensino-personalizado</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nanodegree: o futuro das especializações?<br><a href="https://blog.espm.br/pos/nanodegree-o-futuro-das-especializacoes">https://blog.espm.br/pos/nanodegree-o-futuro-das-especializacoes</a><br><br>Nanodegree: possibilidade de formação online, compacta e especializada<br><a href="https://napratica.org.br/noticias/nanodegree-formacao-especializada">https://napratica.org.br/noticias/nanodegree-formacao-especializada</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">What is a Nanodegree and Should You Study One in 2026?<a href="https://www.mastersportal.com/articles/2852/what-is-a-nanodegree-should-i-study.html">https://www.mastersportal.com/articles/2852/what-is-a-nanodegree-should-i-study.html</a></p>
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		<title>Entenda o que você e sua empresa devem esperar do futuro do trabalho</title>
		<link>https://abqv.org.br/futuro-do-trabalho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Associação Brasileira de Qualidade de Vida - ABQV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[engajamento no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida no trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O debate sobre o futuro do trabalho costuma oscilar entre extremos. De um lado, visões apocalípticas sobre a substituição de humanos por máquinas; de outro, narrativas excessivamente otimistas sobre a automatização total de tarefas entediantes. A realidade, como de costume,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O debate sobre o futuro do trabalho costuma oscilar entre extremos. De um lado, visões apocalípticas sobre a substituição de humanos por máquinas; de outro, narrativas excessivamente otimistas sobre a automatização total de tarefas entediantes. <strong>A realidade, como de costume, mostra-se mais complexa.</strong></p>
<p>O que se desenha diante de nós não é um cenário de substituição em massa, mas de profunda transformação. O avanço da tecnologia está, simultaneamente, criando novas ferramentas e exigindo que empresas e profissionais se adaptem a uma lógica em que inovação e cuidado com as pessoas são faces da mesma moeda.</p>
<p><strong>Ou seja: não cabe um cenário em que se escolhe entre eficiência e bem-estar.</strong> Trata-se de compreender que, no ambiente profissional contemporâneo, uma não existe sem a outra.</p>
<h2>Quais fatores estão mudando o mundo do trabalho atualmente?</h2>
<p>Diversas forças atuam lado a lado para remodelar o ambiente profissional. A principal delas é, sem dúvida, a aceleração tecnológica.</p>
<p>A IA generativa (conhecida sobretudo por ferramentas como o ChatGPT e o Gemini, entre outras) e recursos similares estão automatizando não apenas tarefas repetitivas, mas também funções complexas, como análise de dados, criação de conteúdo e até tomada de decisões supervisionadas.</p>
<p>Ao mesmo tempo, um relatório de 2026 do <a href="https://www.imf.org/en/blogs/articles/2026/01/14/new-skills-and-ai-are-reshaping-the-future-of-work" target="_blank" rel="noopener" data-wplink-edit="true">Fundo Monetário Internacional aponta que 40% dos postos de trabalho estão expostos à IA</a>, fazendo com que eles possam diminuir ou desaparecer nos próximos anos.</p>
<p>Com isso, não é possível negligenciar a necessidade de evolução das próprias organizações. <strong>Empresas que antes funcionavam em estruturas rígidas e hierárquicas estão sendo forçadas a adotar modelos mais ágeis, colaborativos e orientados por dados.</strong></p>
<p>Isso cria novas funções ao mesmo tempo em que torna obsoletas aquelas baseadas exclusivamente em tarefas repetitivas ou em diferenciais de qualificação e qualidade nas entregas.</p>
<h2>Quais os impactos de novas tecnologias na produtividade e na inovação?</h2>
<p>A integração de novas tecnologias está gerando impactos mensuráveis em diferentes setores. A consultoria PwC, em seu <a href="https://www.pwc.com/gx/en/issues/artificial-intelligence/job-barometer/2025/report.pdf" target="_blank" rel="noopener"><em>AI Jobs Barometer</em></a>, descobriu que trabalhadores com habilidades em IA obtêm, em média, rendimentos <strong>56% maiores do que aqueles sem tal diferencial</strong>.</p>
<p>Além disso, o mesmo estudo sustenta que, entre os trabalhadores entrevistados que utilizam ferramentas do tipo:</p>
<ul>
<li>92% notaram um aumento de produtividade;</li>
<li>90% se mostraram capazes de entregar um trabalho com mais qualidade;</li>
<li>85% disseram se sentir mais criativos com o auxílio da tecnologia.</li>
</ul>
<p>Esses dados são fundamentais para demonstrar que a tecnologia não torna as pessoas descartáveis e sim mais valiosas.</p>
<p>Contudo, a adoção ainda é desigual. Apenas <strong>14% dos funcionários usam ferramentas de IA generativa diariamente. Entre trabalhadores manuais, esse número cai para 5%</strong>. Por fim, menos de <strong>6% do total da força de trabalho utilizam agentes de IA,</strong> que são capazes de agir de forma autônoma (algo visto como o próximo passo para esse tipo de tecnologia).</p>
<p>Isso revela uma enorme oportunidade, mas também um risco. Organizações que não investirem em capacitação e em uma cultura de experimentação segura correm o risco de ficar para trás.</p>
<p>A inovação não vem apenas da tecnologia em si, mas da capacidade das organizações de integrá-la ao trabalho de forma significativa, permitindo que os colaboradores se concentrem em atividades de maior valor estratégico, como criatividade, resolução complexa de problemas e relacionamento interpessoal.</p>
<p class="leia"><em>Leia também: </em><a href="https://abqv.org.br/produtividade-toxica/">Como a produtividade tóxica é capaz de afetar o bem-estar como um todo</a></p>
<h2>Por que a qualidade de vida no trabalho é um tema que não vai sair de pauta?</h2>
<p>A resposta é simples: porque ela se tornou um diferencial competitivo central. Em um mercado de trabalho cada vez mais transparente e com alta rotatividade, reter talentos exige mais do que um contracheque competitivo. A <a href="https://abqv.org.br/empresas-precisam-desenvolver-olhar-humanizado-para-promover-a-qualidade-de-vida-dos-trabalhadores/" target="_blank" rel="noopener">qualidade de vida</a> é um fator determinante na <a href="https://abqv.org.br/como-diminuir-turnover/" target="_blank" rel="noopener">atração e retenção de profissionais.</a></p>
<p>Um levantamento da <a href="https://www.rhevistarh.com.br/portal/qualidade-de-vida-e-o-principal-fator-de-desempate-entre-vagas-para-29-dos-profissionais-aponta-edc-group/" target="_blank" rel="noopener">EDC Group indica que 69% dos profissionais buscam um emprego estável e de longo prazo,</a> mas a <a href="https://abqv.org.br/modelo-hibrido-de-trabalho-necessidades/" target="_blank" rel="noopener">flexibilidade</a> de horário é desejada por 54% e oferecida por apenas 32% das <a href="https://abqv.org.br/qualidade-de-vida-brasil/" target="_blank" rel="noopener">empresas.</a></p>
<p>Além disso, ao comparar duas ofertas de mesmo salário, <strong>29% dos profissionais escolhem aquela que oferece melhor qualidade de vida, um critério que supera plano de carreira (16,8%) e trabalho 100% remoto (14,5%)</strong>. Bônus financeiros aparecem como o fator menos relevante nesse desempate, com apenas 2,9% das preferências.</p>
<p>O novo escopo das <a href="https://abqv.org.br/riscos-psicossociais/" target="_blank" rel="noopener">Normas Regulamentadoras</a> do trabalho reforça também que ambientes de trabalho tóxicos, jornadas excessivas e falta de reconhecimento são <a href="https://abqv.org.br/riscos-psicossociais-no-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">fatores de risco tão graves quanto a ausência de equipamentos de proteção individual.</a></p>
<p>Por isso, organizações que tratam o bem-estar como um investimento, e não como um custo, observam equipes mais motivadas, criativas e resilientes. Isso se reflete em indicadores concretos: <strong>menor absenteísmo, menor rotatividade, maior engajamento e, por consequência, melhores resultados financeiros e o pleno atendimento às obrigações legais.</strong></p>
<p>Em resumo, o futuro do trabalho estará, sobretudo, na noção permanente de que devemos cuidar uns dos outros. Isso significa criar ambientes psicologicamente seguros, onde o erro é visto como oportunidade de aprendizado, as lideranças exercem a escuta ativa e o ritmo de trabalho não leva ao adoecimento.</p>
<p>Aproveite e <a href="https://abqv.org.br/a-importancia-estrategica-da-felicidade-corporativa-e-do-bem-estar-das-equipes/" target="_blank" rel="noopener">confira agora qual é a importância estratégica da felicidade corporativa e do bem-estar das equipes</a>.</p>
<p>Referências</p>
<p>Salário vs. Qualidade de Vida: O Que as Novas Gerações Priorizam?</p>
<p><a href="https://www.pluxee.com.br/blog/salario-vs-qualidade-de-vida-o-que-as-novas-geracoes-priorizam/" target="_blank" rel="noopener">https://www.pluxee.com.br/blog/salario-vs-qualidade-de-vida-o-que-as-novas-geracoes-priorizam/</a></p>
<p>New Skills and AI Are Reshaping the Future of Work</p>
<p><a href="https://www.imf.org/en/blogs/articles/2026/01/14/new-skills-and-ai-are-reshaping-the-future-of-work" target="_blank" rel="noopener">https://www.imf.org/en/blogs/articles/2026/01/14/new-skills-and-ai-are-reshaping-the-future-of-work</a></p>
<p>The Fearless Future: 2025 Global AI Jobs Barometer</p>
<p>https://www.pwc.com/gx/en/issues/artificial-intelligence/job-barometer/2025/report.pdf</p>
<p>Qualidade de vida é o principal fator de desempate entre vagas para 29% dos profissionais, aponta EDC Group</p>
<p><a href="https://www.rhevistarh.com.br/portal/qualidade-de-vida-e-o-principal-fator-de-desempate-entre-vagas-para-29-dos-profissionais-aponta-edc-group/" target="_blank" rel="noopener">https://www.rhevistarh.com.br/portal/qualidade-de-vida-e-o-principal-fator-de-desempate-entre-vagas-para-29-dos-profissionais-aponta-edc-group/</a></p>
<p>O futuro do trabalho está em cuidarmos uns dos outros</p>
<p>https://ihu.unisinos.br/78-noticias/594305-o-futuro-do-trabalho-esta-em-cuidarmos-uns-dos-outros</p>
<p>O post <a href="https://abqv.org.br/futuro-do-trabalho/">Entenda o que você e sua empresa devem esperar do futuro do trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://abqv.org.br">ABQV</a>.</p>
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		<item>
		<title>Engajamento profissional: as estratégias para ter times mais motivados e saudáveis em 2026</title>
		<link>https://abqv.org.br/engajamento-profissional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Associação Brasileira de Qualidade de Vida - ABQV]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 12:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um cenário marcado por transformações constantes e diversos desafios, inclusive relacionados ao bem-estar dos colaboradores, o engajamento profissional emerge como um dos principais atributos para o sucesso organizacional. Entretanto, dados recentes revelam uma realidade preocupante. Segundo pesquisa conduzida pela<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em um cenário marcado por transformações constantes e diversos desafios, inclusive relacionados ao bem-estar dos colaboradores, o engajamento profissional emerge como um dos principais atributos para o sucesso organizacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, dados recentes revelam uma realidade preocupante. Segundo <a href="https://portal.fgv.br/noticias/engajamento-no-trabalho-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historica-e-gera-perda-anual-de-r-77" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pesquisa conduzida pela Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP)</a>, em 2025 <strong>apenas 39% dos entrevistados,</strong> entre um grupo de mais de 5 mil indivíduos, <strong>se dizem realmente engajados com o trabalho.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esse resultado, o índice caiu ao menor nível da série histórica, gerando <strong>perdas anuais estimadas em R$ 77 bilhões para a economia brasileira.</strong> A explicação para isso está ligada à falta de engajamento, refletida em fatores como turnover e presenteísmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo, compreender o que realmente motiva os colaboradores e implementar estratégias eficazes para fortalecer o engajamento tornou-se prioridade estratégica para organizações que buscam sustentabilidade e competitividade no mercado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que define o engajamento dos colaboradores em qualquer empresa?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De forma objetiva, o termo <strong>engajamento profissional </strong>pode ser definido como o nível de <strong>comprometimento, motivação e conexão emocional que um colaborador estabelece com sua função</strong>, sua equipe e os propósitos da organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trata-se de um estado no qual o profissional não apenas cumpre suas responsabilidades, mas vai além, contribuindo ativamente para os resultados coletivos. Existem várias abordagens pertinentes, mas o <a href="https://abqv.org.br/engajamento-no-trabalho-hibrido/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">engajamento</a> pode ser <a href="https://decisionwise.com/resources/articles/5-keys-of-employee-engagement-magic/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">compreendido por meio da metodologia MAGIC.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um acrônimo que reúne em cada letra um dos cinco pilares fundamentais para alcançar esse estágio no espaço de trabalho. Assim, o dia a dia profissional deve ter:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong><em>Meaning</em></strong><em> </em>(Significado);</li>



<li><strong><em>Autonomy</em></strong><em> (</em>Autonomia);</li>



<li><strong><em>Growth</em></strong><em> </em>(Crescimento);</li>



<li><strong><em>Impact</em></strong><em> </em>(Impacto);</li>



<li><strong><em>Connection</em></strong> (Conexão).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É importante destacar que <strong>colaboradores engajados não são necessariamente aqueles que trabalham mais horas.</strong> Na verdade, eles trabalham com maior senso de propósito, clareza de objetivos e percepção de que suas contribuições são valorizadas e fazem diferença nos resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale ressaltar também que engajar-se e motivar-se, embora relacionados, não são sinônimos. Enquanto a motivação é um estado individual e temporário, que pode ser estimulado com um bônus financeiro, por exemplo, o engajamento é mais profundo e duradouro, envolvendo um comprometimento que transcende recompensas imediatas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais fatores estão por trás de profissionais mais engajados?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Diversos elementos convergem para criar um ambiente propício ao engajamento genuíno. Entre alguns dos mais determinantes, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://abqv.org.br/apoio-emocional-no-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>liderança inspiradora</strong></a><strong> e humanizada</strong>, capaz de estabelecer relações de confiança, oferecer direcionamento claro e demonstrar interesse pelo desenvolvimento e <a href="https://abqv.org.br/produtividade-toxica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bem-estar das equipes</a>;</li>



<li><strong>propósito e significado no trabalho</strong>, permitindo que os colaboradores compreendam como suas atividades diárias contribuem para objetivos maiores e geram impacto positivo;</li>



<li><strong>reconhecimento e valorização consistentes</strong>, que vão além de recompensas financeiras e incluem <a href="https://abqv.org.br/como-dar-feedback/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>feedback </em>construtivo</a>, oportunidades de crescimento e celebração de conquistas individuais e coletivas;</li>



<li><strong>autonomia e participação nas decisões</strong>, oferecendo aos profissionais espaço para exercer criatividade, tomar a iniciativa e influenciar processos que afetam diretamente seu trabalho;</li>



<li><strong>equilíbrio entre vida pessoal e profissional</strong>, respeitando limites saudáveis, promovendo flexibilidade quando possível e evitando sobrecargas sistemáticas que levam ao esgotamento físico e emocional.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Acima de tudo, esses fatores criam um <a href="https://abqv.org.br/job-crafting/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ecossistema organizacional favorável ao engajamento</a>, por meio de uma <a href="https://abqv.org.br/cultura-organizacional-saude-mental/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">transformação profunda na cultura da empresa</a>, tornando-a mais preparada para enfrentar os desafios de hoje e do futuro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais os mecanismos mais eficientes para garantir um bom nível de engajamento?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Construir e manter níveis elevados de engajamento profissional exige ações estruturadas e contínuas. Algumas das práticas mais eficazes incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>estabelecer canais de </strong><a href="https://abqv.org.br/comunicacao-eficaz-e-assertiva-na-gestao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>comunicação transparentes e acessíveis</strong></a>, garantindo que informações relevantes circulem adequadamente e que colaboradores se sintam à vontade para expressar opiniões sem receio de retaliações;</li>



<li><strong>investir no desenvolvimento contínuo das equipes</strong>, oferecendo veículos de capacitação, oportunidades de aprendizado e planos de carreira estruturados que demonstrem investimento real no crescimento de cada pessoa;</li>



<li><strong>implementar rotinas</strong> para possibilitar avaliações e conversas construtivas sobre desempenho, sempre ajustando expectativas de forma colaborativa e respeitosa;</li>



<li><strong>promover uma cultura de bem-estar integral</strong>, que considere como prioritários aspectos físicos e mentais dos colaboradores, disponibilizando <a href="https://abqv.org.br/comunicacao-eficaz-e-assertiva-na-gestao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">programas de qualidade de vida</a> e implementando políticas de <a href="https://abqv.org.br/beneficios-flexiveis-vantagens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">benefícios com recursos pertinentes</a>;</li>



<li><strong>fortalecer o senso de pertencimento e comunidade</strong>, estimulando interações saudáveis entre as equipes, criando espaços de colaboração e construindo uma identidade organizacional baseada no altruísmo e na identificação;</li>



<li><strong>monitorar continuamente indicadores de engajamento</strong>, por meio de pesquisas de clima organizacional e análise de métricas como absenteísmo, turnover e produtividade, utilizando esses dados para ajustes constantes.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Leia também: <a href="https://abqv.org.br/engajamento-no-trabalho-hibrido/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A importância estratégica da felicidade corporativa e do bem-estar das equipes</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais os benefícios para o ambiente de trabalho?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações que priorizam o engajamento profissional colhem diversos resultados. Entre os principais benefícios está a <strong>redução significativa da rotatividade</strong>, diminuindo custos com recrutamento, seleção e treinamento de novos colaboradores, além de preservar a bagagem de conhecimento construída ao longo dos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspecto relevante obtido com a <strong>construção de ferramentas de engajamento está na promoção da saúde mental dos colaboradores</strong>. Profissionais engajados apresentam menores índices de adoecimento psíquico <a href="https://abqv.org.br/abqv-promove-webinar-para-debater-as-diferencas-entre-a-sindrome-de-burnout-e-de-boreout/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">(como quadros da síndrome de burnout,</a> por exemplo) uma vez que se sentem valorizados e conectados a um propósito maior, diminuindo o risco de afastamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há também um aumento da produtividade e da qualidade das entregas. As equipes tendem a ser <strong>mais proativas, criativas e comprometidas com a excelência,</strong> gerando melhores resultados. Adicionalmente, essas práticas contribuem para a melhoria do clima organizacional e das relações interpessoais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o engajamento fortalece a reputação da empresa, facilitando a <a href="https://abqv.org.br/retencao-de-talentos-dicas-eficazes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atração de talentos</a> em um mercado cada vez mais competitivo e atento às práticas de gestão de pessoas das organizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em síntese, <strong>investir em engajamento profissional é uma estratégia inteligente</strong> para construir organizações mais resilientes, inovadoras e preparadas para os desafios do presente e do futuro, sempre fazendo da qualidade de vida uma prioridade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda agora quais os atributos <a href="https://abqv.org.br/como-desenvolver-a-resiliencia/"></a><a href="https://abqv.org.br/como-desenvolver-a-resiliencia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">principais de profissionais resilientes e saiba como isso pode ajudar no dia a dia das empresas.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Referências</p>



<p class="wp-block-paragraph">ENGAGEMENT MAGIC®: The 5 Keys of Employee Engagement</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://decisionwise.com/resources/articles/5-keys-of-employee-engagement-magic" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://decisionwise.com/resources/articles/5-keys-of-employee-engagement-magic</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Engajamento no trabalho cai ao menor nível da série histórica e gera perda anual de R$ 77 bilhões</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://portal.fgv.br/noticias/engajamento-no-trabalho-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historica-e-gera-perda-anual-de-r-77" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://portal.fgv.br/noticias/engajamento-no-trabalho-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historica-e-gera-perda-anual-de-r-77</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Engajamento no trabalho: Entenda o que é e como despertá-lo em seus funcionários</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.ludospro.com.br/blog/o-que-e-engajamento" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.ludospro.com.br/blog/o-que-e-engajamento</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Engajamento no trabalho: o que é e como aumentá-lo</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.anahealth.com.br/blog/engajamento-no-trabalho" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.anahealth.com.br/blog/engajamento-no-trabalho</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Engajamento de colaboradores: o que é, importância e como engajar</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://beehome.company/pt-br/beehome-blog/engajamento-de-colaboradores" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://beehome.company/pt-br/beehome-blog/engajamento-de-colaboradores</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Seis formas simples de manter o engajamento de colaboradores</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/seis-formas-simples-de-manter-o-engajamento-de-colaboradores,bd582c0c78c04810VgnVCM100000d701210aRCRD" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/seis-formas-simples-de-manter-o-engajamento-de-colaboradores,bd582c0c78c04810VgnVCM100000d701210aRCRD</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Como promover o engajamento profissional na sua empresa?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda como aumentar o engajamento profissional dos seus colaboradores</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.roberthalf.com/br/pt/insights/gestao-talentos/entenda-como-aumentar-o-engajamento-profissional-dos-seus-funcionarios-rc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.roberthalf.com/br/pt/insights/gestao-talentos/entenda-como-aumentar-o-engajamento-profissional-dos-seus-funcionarios-rc</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Engajamento dos colaboradores: 9 ações para impulsionar!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.serasaexperian.com.br/conteudos/engajamento-dos-colaboradores" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.serasaexperian.com.br/conteudos/engajamento-dos-colaboradores</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como a preocupação com a neurodiversidade nas empresas transforma a qualidade de vida no trabalho</title>
		<link>https://abqv.org.br/neurodiversidade-nas-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Associação Brasileira de Qualidade de Vida - ABQV]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 14:09:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade e inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[neurodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[TEA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A construção de ambientes corporativos verdadeiramente inclusivos passa, necessariamente, pela valorização da neurodiversidade nas empresas. Mas, ainda que haja avanços significativos nas discussões sobre diversidade, a integração de pessoas neurodivergentes continua sendo um desafio, com reflexos importantes tanto para indivíduos<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A <strong>construção de ambientes corporativos verdadeiramente inclusivos passa,</strong> necessariamente, pela valorização da <strong>neurodiversidade nas empresas</strong>. Mas, ainda que haja avanços significativos nas discussões sobre diversidade, a integração de pessoas neurodivergentes continua sendo um desafio, com reflexos importantes tanto para indivíduos quanto para as organizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, vale sempre a pena reforçar por que promover a neurodiversidade nas empresas não é apenas uma questão de responsabilidade social. Essa é uma decisão compatível com uma estratégia inteligente <strong>para fortalecer equipes, ampliar a capacidade de inovação e construir ambientes de trabalho mais saudáveis</strong> e produtivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>O que define a neurodiversidade?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A neurodiversidade é um conceito que reconhece e valoriza a diversidade natural do funcionamento do cérebro humano frente a diferentes contextos e realidades. Essa noção ganhou espaço a partir dos anos 90, com o <a href="https://www.neurodiversityhub.org/what-is-neurodiversity" target="_blank" rel="noreferrer noopener">trabalho da socióloga australiana Judy Singer.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso reforça como cada indivíduo possui um perfil único de habilidades cognitivas, emocionais e comportamentais, influenciado por fatores fisiológicos, ambientais e culturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De todo modo, não existe definição única para o termo. Além disso, ele não tem necessariamente relação com um diagnóstico médico. Porém, na prática, ele abrange uma variedade de condições neurológicas e psiquiátricas. As mais comuns incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Transtorno do Espectro Autista (TEA)</strong>, que pode se manifestar por meio de diferenças na comunicação social e padrões específicos de comportamento e interesses;</li>



<li><strong>Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH)</strong>, caracterizado por dificuldades de concentração, hiperatividade e impulsividade;</li>



<li><strong>Dislexia e discalculia</strong>, que afetam a capacidade de leitura e de lidar com números, respectivamente;</li>



<li>Quaisquer outras <strong>condições capazes de provocar alterações intelectuais</strong>, de desenvolvimento ou de aprendizado (como a Síndrome de Down, por exemplo).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, a adoção da noção de neurodiversidade enfatiza que essas diferenças no funcionamento cerebral não são necessariamente desvios, patologias ou deficiências. Elas são, em essência, mais uma expressão natural da diversidade humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, em vez de focar apenas nas limitações ou desafios que algumas condições neurológicas podem apresentar, é fundamental reconhecer e explorar os potenciais únicos que cada perfil é capaz de oferecer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Censo 2022, feito pelo <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/43464-censo-2022-identifica-2-4-milhoes-de-pessoas-diagnosticadas-com-autismo-no-brasil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</a>, havia 2,4 milhões de brasileiros dentro do espectro autista. Tal montante equivale a cerca de 1,2% da população e não inclui outros traços de neurodivergência, como o TDAH, por exemplo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Como as empresas precisam se preparar para promover e incluir neurodivergentes?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Promover <a href="https://abqv.org.br/mulheres-a-frente-da-gestao-e-da-promocao-da-saude-fortalecem-a-cultura-organizacional-e-a-torna-mais-inclusiva-e-diversa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ambientes verdadeiramente inclusivos</a> para pessoas neurodivergentes (ou neuroatípicas, como também são chamadas) exige ações práticas que considerem necessidades individuais e objetivos organizacionais, <strong>de modo a incluir um número expressivo de profissionais</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, tal cenário esbarra frequentemente em espaços onde não há treinamentos ou conscientização suficientes para a implementação de práticas e ações relacionadas à neurodiversidade nas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é importante reforçar a necessidade de preparação adequada das organizações. Algumas iniciativas fundamentais dependem de medidas para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>sensibilizar e </strong><a href="https://abqv.org.br/atuacao-das-liderancas-e-fundamental-no-engajamento-dos-trabalhadores-e-na-promocao-da-qualidade-de-vida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>capacitar lideranças</strong></a>, para que gestores compreendam a importância da neurodiversidade, reconhecendo e valorizando as contribuições de cada profissional;</li>



<li><strong>implementar políticas de recrutamento integradoras</strong>, revisando processos seletivos para eliminar barreiras desnecessárias e garantir que as avaliações se baseiem exclusivamente nas competências relevantes para cada função;</li>



<li><strong>promover adaptações no ambiente de trabalho</strong>, como a criação de espaços mais silenciosos, ajustes na iluminação e uso de tecnologias assistivas;</li>



<li><strong>investir em programas de conscientização</strong>, realizando campanhas educativas que ajudem a <a href="https://abqv.org.br/planejamento-estrategia-e-criatividade-sao-fundamentais-para-uma-comunicacao-assertiva-na-promocao-da-saude-dos-colaboradores/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desconstruir estereótipos</a>, preconceitos e julgamentos relacionados à neurodivergência, que muitas vezes se fazem presentes de maneira sutil;</li>



<li><strong>estabelecer </strong><a href="https://abqv.org.br/planejamento-estrategia-e-criatividade-sao-fundamentais-para-uma-comunicacao-assertiva-na-promocao-da-saude-dos-colaboradores/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>canais de comunicação</strong></a><strong> claros e acessíveis</strong>, garantindo que informações sejam transmitidas de formas diversas para atender diferentes necessidades de processamento e compreensão;</li>



<li><strong>adequar políticas de desenvolvimento e carreira</strong>, considerando arranjos flexíveis de trabalho e programas de desenvolvimento contínuo que respeitem diferentes estilos de aprendizagem e aptidões pessoais;</li>



<li><strong>monitorar continuamente indicadores de inclusão</strong>, por meio de métricas claras sobre composição das equipes, taxas de contratação e retenção, além de canais seguros para que colaboradores relatem situações de discriminação ou exclusão.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Leia também: </em><a href="https://abqv.org.br/diversidade-geracional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Por que a diversidade geracional nas empresas é um bom negócio?</em></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>De que forma essas práticas contribuem para a promoção de ambientes mais acolhedores e produtivos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De modo similar ao que acontece com outras formas de <a href="https://abqv.org.br/diversidade-e-inclusao-no-bem-estar-corporativo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">promoção da diversidade</a>, práticas de inclusão efetivas trazem benefícios significativos tanto no âmbito individual quanto coletivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista dos colaboradores neurodivergentes, a inclusão efetiva promove maior autoestima e confiança. Por consequência, há um aumento da satisfação no trabalho e do sentimento de pertencimento, contribuindo para a <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/43464-censo-2022-identifica-2-4-milhoes-de-pessoas-diagnosticadas-com-autismo-no-brasil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">preservação da saúde mental,</a> sobretudo ao <a href="https://abqv.org.br/atividades-terapeuticas-ou-recreativas-com-animais-reduzem-estresse-melhoram-ambiente-de-trabalho-e-clima-organizacional/">reduzir </a><a href="https://abqv.org.br/atividades-terapeuticas-ou-recreativas-com-animais-reduzem-estresse-melhoram-ambiente-de-trabalho-e-clima-organizacional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o</a><a href="https://abqv.org.br/atividades-terapeuticas-ou-recreativas-com-animais-reduzem-estresse-melhoram-ambiente-de-trabalho-e-clima-organizacional/"> estresse </a>e a discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as organizações, os impactos são igualmente relevantes. A neurodiversidade nas empresas enriquece as equipes, amplia a capacidade de inovação e gera perspectivas únicas e valiosas para a resolução de problemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando as empresas criam ambientes que valorizam diferenças, elas também se beneficiam com o fortalecimento de uma cultura organizacional saudável e com a melhoria da imagem corporativa. Além disso, a inclusão adequada contribui para a <a href="https://abqv.org.br/como-diminuir-turnover/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">redução do turnover</a>, uma vez que ambientes acolhedores aumentam o comprometimento e a <a href="https://abqv.org.br/diversidade-geracional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">retenção de talentos.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, ações voltadas à neurodiversidade nas empresas são indispensáveis não apenas para promover justiça social e respeitar as legislações vigentes, mas para construir ambientes capazes de aproveitar plenamente o potencial humano em cada uma das suas formas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda agora como o <a href="https://abqv.org.br/rh-estrategico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">RH estratégico pode fazer parte da transformação de toda empresa</a>, indo além das atribuições específicas desse setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Referencias</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Neurodiversidade no trabalho: dicas para aplicar a inclusão</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gupy.io/blog/neurodiversidade-no-trabalho" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.gupy.io/blog/neurodiversidade-no-trabalho</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">What is neurodiversity?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.health.harvard.edu/blog/what-is-neurodiversity-202111232645" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.health.harvard.edu/blog/what-is-neurodiversity-202111232645</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Neurodivergent</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://my.clevelandclinic.org/health/symptoms/23154-neurodivergent" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://my.clevelandclinic.org/health/symptoms/23154-neurodivergent</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">What Is Neurodiversity?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.ticket.com.br/blog/pessoas-e-gestao/neurodiversidade" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.ticket.com.br/blog/pessoas-e-gestao/neurodiversidade</a></p>
<p>O post <a href="https://abqv.org.br/neurodiversidade-nas-empresas/">Como a preocupação com a neurodiversidade nas empresas transforma a qualidade de vida no trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://abqv.org.br">ABQV</a>.</p>
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		<title>As consequências do etarismo nas empresas em diferentes dimensões do bem-estar</title>
		<link>https://abqv.org.br/etarismo-nas-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Associação Brasileira de Qualidade de Vida - ABQV]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 13:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade geracional]]></category>
		<category><![CDATA[etarismo]]></category>
		<category><![CDATA[idadismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo com as obrigações legais estabelecidas, o etarismo continua a se fazer presente no mercado de trabalho, com reflexos graves tanto para indivíduos quanto para as organizações. No entanto, a construção de ambientes corporativos mais justos e saudáveis passa, necessariamente,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com as obrigações legais estabelecidas, <strong>o etarismo continua a se fazer presente no mercado de trabalho</strong>, com reflexos graves tanto para indivíduos quanto para as organizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a construção de ambientes corporativos mais justos e saudáveis passa, necessariamente, pelo acolhimento de pessoas de todas as idades nas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Valorizar a diversidade etária não é apenas uma questão de responsabilidade social</strong>, mas sim uma estratégia inteligente para fortalecer equipes, <a href="https://abqv.org.br/como-diminuir-turnover/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">prevenir a perda de talentos </a>e ampliar a capacidade de inovação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que é o etarismo e como ele se manifesta nas empresas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o relatório da <a href="https://iris.paho.org/handle/10665.2/55872" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organização Mundial da Saúde</a>, o etarismo (ou idadismo) é o <strong>&#8220;conjunto de estereótipos, preconceitos e discriminação direcionados às pessoas com base na idade&#8221;.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, tal comportamento pode atuar em três âmbitos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>institucional</strong>, em que leis, regras, normas sociais, políticas e práticas institucionais restringem oportunidades e prejudicam sistematicamente indivíduos em função da idade;</li>



<li><strong>interpessoal,</strong> quando o etarismo aparece em interações entre dois ou mais indivíduos;</li>



<li><strong>autodirigido</strong>, quando ele é internalizado pela pessoa e usado contra ela mesma.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, ao contrário do que muita gente imagina, o etarismo frequentemente se manifesta de formas sutis, indo além das recusas explícitas em processos seletivos e da ausência de promoções para pessoas mais velhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele se consolida também pela <strong>falta de reconhecimento das contribuições dos indivíduos mais velhos </strong>e de comentários que desvalorizam a sua presença nos espaços corporativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, as organizações podem perpetuar tal prática tanto em políticas formais quanto por meio de uma <a href="https://abqv.org.br/movimento-gerar-bem-estar-comunicacao-estrategica-para-uma-cultura-organizacional-saudavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cultura organizacional </a>que naturaliza preconceitos relacionados à idade. Isso inclui<strong> crenças como a de que profissionais mais velhos são menos adaptáveis à tecnologia</strong> ou que <strong>não acompanham o ritmo das mudanças do mercado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim, o etarismo nas empresas acentua tratamentos desiguais com base em estereótipos sobre idade, desconsiderando capacidades individuais, experiências acumuladas e o valor que cada profissional pode agregar aos resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para conter tal tipo de questão, a legislação brasileira estabelece proteções no <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003)</a>, no qual há a determinação de que discriminar uma pessoa idosa, incluindo no acesso a oportunidades de trabalho, pode resultar em punições inclusive do ponto de vista penal.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais os impactos do etarismo do ponto de vista individual e coletivo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O combate ao etarismo nas empresas se torna ainda mais relevante quando se considera a participação cada vez mais significativa dos idosos no mercado de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme o <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/38186-censo-2022-numero-de-pessoas-com-65-anos-ou-mais-de-idade-cresceu-57-4-em-12-anos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Censo de 2022, </a>o <strong>Brasil reúne mais de 32 milhões de pessoas com 60 anos ou mais</strong>, o equivalente a 15% da população. Em relação a 2010, houve um crescimento de 56%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, um levantamento da <a href="https://portal.fgv.br/noticias/participacao-de-idosos-no-mercado-de-trabalho-cresce-69-em-12-anos-no-brasil-revela" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundação Getúlio Vargas</a> aponta que a <strong>participação desses indivíduos no mercado de trabalho aumentou 69% entre 2012 e 2024</strong>. Atualmente, são mais de 6,9 milhões de pessoas com mais de 60 anos exercendo atividade remunerada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com tudo isso, é preciso observar como a discriminação por idade tem o potencial de gerar sentimentos de desvalorização e inadequação. <strong>Muitas vezes, tais perspectivas estão no cerne de diversas queixas de saúde física e mental.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório da OMS sobre o tema aponta que uma revisão com 16 estudos mostrou como a discriminação por idade está associada a um maior risco de<a href="https://abqv.org.br/url-depressao-no-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> quadros depressivos.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o preconceito também parece contribuir para a aceleração do declínio cognitivo. Nesse contexto, a entidade destaca que algumas investigações sobre o tema sustentam essa relação. Portanto, há uma possível conexão entre a exposição a estereótipos negativos e a queda na capacidade de memória e raciocínio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Coletivamente, o <a href="https://abqv.org.br/politicas-de-diversidade-e-inclusao-contribuem-no-combate-ao-estigma-e-para-a-mudanca-da-cultura-organizacional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">etarismo nas empresas empobrece a diversidade das equipes</a> e limita a capacidade de inovação das organizações. Quando as empresas privilegiam apenas determinadas faixas etárias, elas perdem a oportunidade de contar com variadas perspectivas, experiências e habilidades que profissionais de diferentes gerações podem oferecer.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Leia também:</em><a href="https://abqv.org.br/diversidade-e-inclusao-no-bem-estar-corporativo/"><em> </em></a><a href="https://abqv.org.br/diversidade-e-inclusao-no-bem-estar-corporativo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>O papel de ações de diversidade e inclusão no bem-estar corporativo</em></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Que tipo de política pode contribuir para ambientes de trabalho livres do etarismo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Promover ambientes livres do etarismo exige ações práticas que considerem necessidades individuais e objetivos organizacionais. Para isso, algumas iniciativas fundamentais incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>implementar políticas de recrutamento inclusivo</strong>, revisando anúncios de vagas para eliminar requisitos desnecessários, com processos seletivos que avaliem exclusivamente as competências de cada candidato;</li>



<li><strong>investir em programas de mentorias</strong>, criando oportunidades para que profissionais mais experientes compartilhem conhecimentos com os mais jovens e vice-versa;</li>



<li><strong>garantir oportunidades de desenvolvimento contínuo</strong>, oferecendo treinamentos e programas de requalificação para colaboradores de todas as faixas etárias;</li>



<li><strong>promover a conscientização sobre o tema</strong>, realizando campanhas educativas, <em>workshops</em> e sensibilizações que ajudem a desconstruir estereótipos relacionados à idade;</li>



<li><a href="https://abqv.org.br/atuacao-das-liderancas-e-fundamental-no-engajamento-dos-trabalhadores-e-na-promocao-da-qualidade-de-vida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>capacitar lideranças</strong></a><strong> sobre gestão inclusiva</strong>, preparando <a href="https://abqv.org.br/sentimento-de-pertencimento-no-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">gestores </a>para reconhecer e valorizar as contribuições de profissionais de diferentes idades, evitando vieses inconscientes em avaliações e promoções;</li>



<li><strong>adequar políticas de carreira às diferentes necessidades</strong>, considerando <a href="https://abqv.org.br/flexibilidade-no-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">arranjos flexíveis </a>de trabalho, programas de transição para aposentadoria e modelos de atuação que permitam aproveitar a experiência de profissionais mais velhos;</li>



<li><strong>monitorar continuamente indicadores de diversidade etária </strong>por meio de métricas claras de composição das equipes, taxas de contratação e retenção por faixa etária;</li>



<li><strong>manter abertos canais de comunicação</strong> para que colaboradores relatem situações de discriminação.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, <strong>ações de combate ao etarismo nas empresas são indispensáveis para construir ambientes profissionais verdadeiramente diversos, saudáveis </strong>e que estimulem todo o potencial humano disponível, gerando melhores resultados para todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda agora como o<a href="https://abqv.org.br/rh-estrategico/"> </a><a href="https://abqv.org.br/rh-estrategico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">RH estratégico pode fazer parte da transformação de toda empresa.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Referências</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relatório mundial sobre o idadismo</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://iris.paho.org/handle/10665.2/55872" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://iris.paho.org/handle/10665.2/55872</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desafiando o etarismo: como a colaboração entre gerações pode transformar o mercado de trabalho</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colabora%C3%A7%C3%A3o-entre-gera%C3%A7%C3%B5es-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colabora%C3%A7%C3%A3o-entre-gera%C3%A7%C3%B5es-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Etarismo: como combater a discriminação por idade no trabalho?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gupy.io/blog/etarismo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.gupy.io/blog/etarismo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda como o etarismo contribui para a exclusão de pessoas idosas do mercado de trabalho formal</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2024/junho/entenda-como-o-etarismo-contribui-para-a-exclusao-de-pessoas-idosas-do-mercado-de-trabalho-formal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2024/junho/entenda-como-o-etarismo-contribui-para-a-exclusao-de-pessoas-idosas-do-mercado-de-trabalho-formal</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Participação de idosos no mercado de trabalho cresce 69% em 12 anos no Brasil, revela pesquisa</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://portal.fgv.br/noticias/participacao-de-idosos-no-mercado-de-trabalho-cresce-69-em-12-anos-no-brasil-revela" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://portal.fgv.br/noticias/participacao-de-idosos-no-mercado-de-trabalho-cresce-69-em-12-anos-no-brasil-revela</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Censo 2022: número de pessoas com 65 anos ou mais de idade cresceu 57,4% em 12 anos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/38186-censo-2022-numero-de-pessoas-com-65-anos-ou-mais-de-idade-cresceu-57-4-em-12-anos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/38186-censo-2022-numero-de-pessoas-com-65-anos-ou-mais-de-idade-cresceu-57-4-em-12-anos</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância estratégica da felicidade corporativa e do bem-estar das equipes</title>
		<link>https://abqv.org.br/a-importancia-estrategica-da-felicidade-corporativa-e-do-bem-estar-das-equipes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Associação Brasileira de Qualidade de Vida - ABQV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 14:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[cultura organização]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação profissional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já não é novidade que a felicidade corporativa deixou de ser um mero adicional em qualquer ambiente de trabalho e tornou-se um componente estratégico essencial para as organizações que buscam crescer de maneira saudável. Contudo, quem trabalha com recursos humanos<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Já não é novidade que a felicidade corporativa deixou de ser um mero adicional em qualquer ambiente de trabalho e <strong>tornou-se um componente estratégico essencial para as organizações que buscam crescer de maneira saudável.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, quem trabalha com recursos humanos deve saber que o conceito vai muito além de ações pontuais. De modo amplo, ele pressupõe uma cultura organizacional que valoriza o bem-estar físico, a saúde mental e o pleno desenvolvimento do potencial de cada indivíduo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que realmente define a felicidade corporativa?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso ter em mente que a felicidade corporativa não inclui apenas a <a href="https://abqv.org.br/cartao-de-beneficios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">distribuição de benefícios </a>e iniciativas esporádicas para melhorar o ambiente de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conceito baseia-se na promoção de uma filosofia que orienta boas práticas e permeia toda a <a href="https://abqv.org.br/felicidade-no-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cultura empresarial. </a>Com isso, pouco a pouco, vai se criando um espaço onde os colaboradores se sentem valorizados, engajados e capazes de desenvolver seu potencial máximo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa abordagem envolve múltiplas dimensões que se complementam. Entre algumas das mais relevantes estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>satisfação pessoal</strong>;</li>



<li><strong>senso de propósito e significado do trabalho</strong>;</li>



<li><strong>qualidade das relações interpessoais</strong>, independentemente da posição hierárquica dos envolvidos;</li>



<li><strong>reconhecimento </strong>e percepção de <strong>oportunidades de evolução</strong>;</li>



<li><strong>amparo adequado</strong> em situações de dificuldade;</li>



<li>promoção da<a href="https://abqv.org.br/cultura-de-seguranca-e-de-saude-sao-fundamentais-para-a-prevencao-de-acidentes-e-doencas-ocupacionais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> segurança no trabalho </a>em todos os âmbitos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, <strong>esses aspectos devem estar verdadeiramente alinhados aos valores do negócio</strong> para não serem vistos como discursos superficiais que não refletem na cultura organizacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa realizada pela<a href="https://www.pluxee.com.br/press/brasileiros-estao-9-mais-infelizes-no-trabalho-do-que-o-indice-global-revela-estudo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Pluxee, em parceria com a The Happiness Index, </a>com mais de 23 mil funcionários no Brasil, indicou que o índice de infelicidade profissional no país é cerca de 9% maior do que a média global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como consequência, o engajamento no trabalho é menor, registrando cerca de 10% a menos do que os demais países.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como investir na felicidade corporativa além de ações pontuais?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de tudo, <strong>construir um espaço onde a felicidade corporativa seja prioridade requer uma abordagem sistêmica de longo prazo</strong>, que supere iniciativas isoladas ou campanhas temporárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo é <a href="https://abqv.org.br/habilidades-de-um-lider-mais-importantes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estabelecer uma liderança comprometida </a>que demonstre, por meio de ações concretas, que o bem-estar dos colaboradores é uma prioridade estratégica, tanto quanto qualquer outro tipo de resultado (financeiro, comercial etc.).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais estratégias para implementar a felicidade corporativa de forma <a href="https://abqv.org.br/sustentabilidade-e-fundamental-na-promocao-da-qualidade-de-vida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sustentável</a>, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>comunicação transparente</strong>, que inclui não apenas compartilhar informações, mas também criar canais seguros onde os colaboradores podem expressar feedbacks, preocupações e sugestões sem receio de consequências negativas;</li>



<li><strong>desenvolvimento contínuo</strong>, com programas de capacitação, mentoria e planos de carreira claros que demonstram o compromisso da organização com o crescimento integral de cada colaborador;</li>



<li><strong>flexibilidade e autonomia</strong>, permitindo que os colaboradores tenham controle sobre<a href="https://abqv.org.br/trabalho-hibrido-e-remoto-beneficios-e-desafios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> como, quando e onde executam suas tarefas, </a>o que contribui significativamente para o sentimento de valorização e confiança mútua;</li>



<li><strong>políticas de reconhecimento consistentes</strong>, com o objetivo de celebrar não apenas grandes conquistas, mas também esforços diários e pequenas vitórias, sempre de modo alinhado com os valores organizacionais;</li>



<li><strong>suporte à saúde mental</strong>, por meio de <a href="https://abqv.org.br/saude-mental-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mecanismos para prevenir, identificar, acolher e encaminhar </a>adequadamente episódios de<a href="https://abqv.org.br/nao-existe-organizacao-sustentavel-com-trabalhador-em-sofrimento-psiquico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> adoecimento físico e psicológico.</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Diante de tudo isso, investir na <a href="https://abqv.org.br/promocao-da-felicidade-do-trabalhador-e-estrategia-para-as-organizacoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">felicidade corporativa</a> também passa por capacitar lideranças para que promovam diálogos sobre o tema e construam relações de confiança com cada um dos subordinados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adicionalmente, o RH deve implementar métricas de <strong>acompanhamento e avaliações contínuas para mensurar os resultados dessas estratégias e realizar ajustes conforme a necessidade</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa consistência fortalece o <a href="https://abqv.org.br/empresas-precisam-desenvolver-olhar-humanizado-para-promover-a-qualidade-de-vida-dos-trabalhadores/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">compromisso da empresa com o tema</a>, promovendo um ambiente de trabalho saudável e sustentável, onde as equipes se mantêm engajadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Leia também: </em><a href="https://abqv.org.br/planejamento-estrategia-e-criatividade-sao-fundamentais-para-uma-comunicacao-assertiva-na-promocao-da-saude-dos-colaboradores/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Planejamento, estratégia e criatividade são fundamentais para uma comunicação assertiva na promoção da saúde dos colaboradores</em></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais os benefícios dessas estratégias para indivíduos e empresas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A felicidade corporativa cria um ciclo virtuoso que beneficia tanto colaboradores quanto organizações. Os impactos mais relevantes são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>redução de índices de absenteísmo e afastamentos;</li>



<li>ganhos de produtividade;</li>



<li>promoção da criatividade;</li>



<li>elevação do engajamento das equipes.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Colaboradores mais felizes experimentam maior realização profissional e menos episódios de estresse, desfrutando de um melhor equilíbrio entre vida pessoal e trabalho, ao mesmo tempo em que aprimoram competências tanto técnicas quanto socioemocionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o rendimento pode ser até<a href="https://download.ssrn.com/23/04/24/ssrn_id4427151_code3123636.pdf?response-content-disposition=inline&amp;X-Amz-Security-Token=IQoJb3JpZ2luX2VjEFYaCXVzLWVhc3QtMSJIMEYCIQCTK1zgJBwrFIaSyfLt01Y1tT5BR13VkbRPaaWdlPvh6gIhAJ6dIF5IIifw0jPHY1eixGDYXp%2FhxHdjtMgFLzwAYvOmKscFCK7%2F%2F%2F%2F%2F%2F%2F%2F%2F%2FwEQBBoMMzA4NDc1MzAxMjU3IgwDB1fxHKI1CbX2ydAqmwU%2Bg%2B9woCCwSS4cKxIb%2FhbPsjn7NsbQ525FgNHiCABiXY%2FWYGC6Erln5QxTyprT7WEw01%2Fk7y6zMOiebzLggIcEpFozqByWMXTvNA5scqIHvtwrj%2Fk%2BB0taj9po63PvD876H0%2B%2BX0kHqmWQXpFeSHgg3qH9LeZS6Q00PcuAlR6JiRZtAwtDl8X%2FTIXvOCiIQ%2FTO3PXXNzuk%2Fo5vgCE89YJWcrX%2BmJYByGjKnQ9cvpYEt%2FvPapHUBYzYjGNV%2F7YNXg5F%2B%2B9ZBolJN7YIbvq0qs7xtGatY9fnqoIkhK3YQQv6rN%2BZTa8nfGx6zIuJyDZ5ZNrDuzm%2Fc4bLQeWnguG1cxrXizNJLxvAHaV7j45JXUqbH3GTI0DH8Q72HNYjClT3ZqNzKWoal4VxfzuB5zxRtonFu726FitD6ebbhPQcXL1Ho7HzQo1DdiFmAOrq4DbBIpOq5XnJrwVMKekqhvkuBITelbsQ9palaT3tT02NB2SCBInJbSUiVKFMGZtswFeBskiMoNopF4x4lBtAKMwKV6OvQ3mZSbSmi7mYG8zWz3pwCcAsGsFmprVQcZWAeY4YPKWNWlQH0a1SOArFHI1pDJ4NfF33awKG0cc%2Bg8Cpj2C7EQquKR5oQg%2BHjnXrogZ8GWq6SuifhVlTZRd88I2R%2BYd7jHJtYgmMo2QkY7abBfg3B9SxXFvagGyqa8OD%2Fy8CYewN4BaeSH3uz%2BXz0oxFNukmeDxQwtARXUn6Ca20bT7xfcLcd72xaOaFnW5h2Son%2BrsN5db9J0h%2FCgW1leEgDLQgDzv9TmCcefwouSnPxILObyBL2iwfVrcSdICloeJdatynUtMeILguoCu1JrWXENJgsQ2KT%2FIQ8YYV%2F2P%2FQ3bosHv2dBzO%2B5Wl%2B5cgMPyOw8UGOrABfK17BS%2FejddBX2%2Fkk2ueni1TMc42qhPFZCWiyXjQ08hU4gwvhZ6thPtd4LDpyPBMo29uME83fSNUemIx10jdvngWoCBDWP4kBkQDjaCsqn3FpQ7Ekkmf8dS6DQ7yVg0CKtScpDogBMbB5MAWWCRAzVerB%2BsaLWkIiIZAJ8VJqKb0ruWN4qu5iTAt1zBJFkVZBHK0QNCwkrYLKRZQPkvX0tQTW0LHdmgNAnI4BGh0rNE%3D&amp;X-Amz-Algorithm=AWS4-HMAC-SHA256&amp;X-Amz-Date=20250828T222147Z&amp;X-Amz-SignedHeaders=host&amp;X-Amz-Expires=300&amp;X-Amz-Credential=ASIAUPUUPRWE6T6NXDYW%2F20250828%2Fus-east-1%2Fs3%2Faws4_request&amp;X-Amz-Signature=d709c4441a0c08bfbeac15507a0bcba3f5eefd85190285027eaae3105e01d9d7&amp;abstractId=3470734" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> 13% maior em comparação ao de profissionais menos felizes,</a> como ressalta um artigo publicado por pesquisadores europeus em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Simultaneamente, empresas com colaboradores mais engajados apresentam <strong>menores taxas de rotatividade e maior capacidade de atrair e </strong><a href="https://abqv.org.br/retencao-de-talentos-dicas-eficazes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>reter talentos</strong></a>, fazendo disso um diferencial competitivo no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O potencial para &#8220;pensar fora da caixa&#8221; diante de questões do cotidiano também ganha mais espaço onde o bem-estar é prioridade. Quando os colaboradores se sentem seguros para experimentar, falhar e aprender, sua capacidade de desenvolver soluções criativas e disruptivas cresce consideravelmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, tudo isso reforça como a <strong>felicidade corporativa representa um investimento estratégico que gera retornos tangíveis e intangíveis a todos</strong>. Para profissionais de RH, liderar essa transformação significa posicionar a <a href="https://abqv.org.br/rh-estrategico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">área como verdadeira parceira estratégica do negócio</a>, contribuindo diretamente para resultados cada vez melhores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda dentro do assunto, você sabia que 49% dos profissionais acreditam que a saúde mental é um tabu no trabalho? Por isso, <a href="https://abqv.org.br/saude-mental-e-tabu-no-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">confira agora a importância de mudar isso!</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Referências</strong></p>



<h6 class="wp-block-heading"><a></a>Brasileiros estão 9% mais infelizes no trabalho do que o índice global, revela estudo</h6>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.pluxee.com.br/press/brasileiros-estao-9-mais-infelizes-no-trabalho-do-que-o-indice-global-revela-estudo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.pluxee.com.br/press/brasileiros-estao-9-mais-infelizes-no-trabalho-do-que-o-indice-global-revela-estudo</a></p>



<h6 class="wp-block-heading">Empresas investem em felicidade corporativa para reduzir turnover</h6>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://forbes.com.br/carreira/2022/09/felicidade-corporativa-atrai-liderancas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://forbes.com.br/carreira/2022/09/felicidade-corporativa-atrai-liderancas</a></p>



<h6 class="wp-block-heading"><a></a>Por que falar de felicidade corporativa é tão importante?</h6>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fesagroup.com/blog/por-que-falar-de-felicidade-corporativa-e-tao-importante" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://fesagroup.com/blog/por-que-falar-de-felicidade-corporativa-e-tao-importante</a></p>



<h6 class="wp-block-heading"><a></a>Does Employee Happiness have an Impact on Productivity?</h6>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=3470734" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=3470734</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://abqv.org.br/a-importancia-estrategica-da-felicidade-corporativa-e-do-bem-estar-das-equipes/">A importância estratégica da felicidade corporativa e do bem-estar das equipes</a> apareceu primeiro em <a href="https://abqv.org.br">ABQV</a>.</p>
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		<title>Encabeçado pela geração Z, o polywork pode ser uma nova forma de encarar o trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Associação Brasileira de Qualidade de Vida - ABQV]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada vez mais profissionais, especialmente das gerações mais jovens, estão buscando maneiras alternativas de atuar no mercado, que vão além do tradicional modelo de emprego fixo e exclusivo em uma única empresa. Essa nova dinâmica vem sendo chamada de polywork.<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Cada vez mais profissionais, especialmente das gerações mais jovens, estão buscando maneiras alternativas de atuar no mercado, que vão além do tradicional modelo de emprego fixo e exclusivo em uma única empresa<strong>. Essa nova dinâmica vem sendo chamada de<em> polywork.</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o que exatamente é o <em>polywork</em>? Quais são os motivos que levam as pessoas a adotarem esse modelo? <strong>E, principalmente, como essa tendência impacta a qualidade de vida no trabalho, especialmente para quem atua na gestão de pessoas</strong>? Acompanhe este texto para entender melhor tudo isso na prática.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>A definição do que é o <em>polywork</em></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <em>polywork</em> é uma abordagem profissional que significa, basicamente, &#8220;<strong>trabalhar em múltiplos papéis&#8221;</strong> ao mesmo tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentemente do tradicional modelo em que a pessoa tem um emprego fixo, concentrado em uma única função ou empresa, o <strong>polywork permite que o profissional combine diferentes trabalhos, projetos, papéis e até carreiras simultaneamente.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, uma pessoa pode ser analista ou consultora com horários fixos em um espaço, enquanto se dedica a atividades paralelas em diferentes momentos, sem renunciar ao primeiro posto.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Os motivos por trás dessa escolha e o que ela tem a ver com a geração Z</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os números sobre essa tendência ainda são esparsos e nem sempre é possível apontar um padrão claro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, dados da <a href="https://www.hostinger.com/br/tutoriais/brasileiros-buscam-renda-extra" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hostinger em um levantamento de 2024 </a>mostram que, entre os brasileiros que mantêm mais de um emprego, <strong>43% possuem graduação completa, 27% são pós-graduados e 22% têm ensino médio completo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, entre as motivações para isso estão a busca por reforçar a <strong>segurança financeira (31%), complementar os ganhos (26%) ou alcançar um sonho pessoal (25%).</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente desses números, o movimento do <em>polywork </em>vem ganhando muita força, <a href="https://abqv.org.br/clt-premium-beneficios-vantagens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">impulsionado pelos valores da geração Z</a>. Os nascidos entre meados dos anos 90 e o começo da década de 2010 valorizam mais a autonomia, a diversidade e o propósito no trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por consequência, outros motivos que levam esses profissionais que estão entrando no mercado de trabalho a adotarem o <em>polywork</em> são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>busca por flexibilidade</strong>, em que o profissional consegue montar uma agenda mais autônoma e equilibrada, conciliando interesses pessoais e profissionais;</li>



<li><strong>desejo de diversificação</strong>, que permite que o indivíduo experimente novas habilidades, conecte-se com pessoas diversas e construa uma carreira mais rica em experiências;</li>



<li><strong>valorização do propósito</strong>, para que o trabalho não seja apenas fonte de renda, mas também um meio de desenvolvimento alinhado com valores pessoais;</li>



<li><strong>insatisfação com os modelos tradicionais</strong>, com jornadas engessadas e hierarquias rígidas, motivando a busca por alternativas que se adaptem melhor ao estilo de vida.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Leia também: </em><a href="https://abqv.org.br/quiet-cutting/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Como o quiet cutting pode prejudicar a cultura organizacional</em></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como o <em>polywork</em> interfere na qualidade de vida</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <em>polywork </em>tem o potencial de fomentar a autonomia e a <a href="https://abqv.org.br/promocao-da-felicidade-do-trabalhador-e-estrategia-para-as-organizacoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">satisfação com as atividades desenvolvidas</a>, mas pode <strong>interferir na qualidade de vida</strong>. É importante sempre considerar que a gestão de múltiplas responsabilidades pode resultar em sobrecarga e dificuldade para estabelecer limites entre trabalho e vida pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não raramente, quem trabalha em mais de um posto enfrenta jornadas de trabalho estendidas, especialmente durante o período de estabelecimento de suas diferentes vertentes de atuação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A instabilidade de renda pode ser outro fator estressante, especialmente para atividades que dependem de projetos ou sazonalidade. Isso requer maior <a href="https://abqv.org.br/planejamento-financeiro-dos-funcionarios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">disciplina financeira e planejamento</a> por parte dos profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No longo prazo, <strong>tudo isso pode gerar prejuízos à saúde e ao bem-estar, inclusive do ponto de vista psíquico</strong>. Tal comprometimento pode se manifestar na forma de depressão, ansiedade ou mesmo da síndrome de burnout, que é reconhecida pela <a href="https://www.who.int/news/item/28-05-2019-burn-out-an-occupational-phenomenon-international-classification-of-diseases" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organização Mundial da Saúde como um fenômeno ocupacional (ou seja, causado pelo trabalho).</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a atuação dos profissionais de RH é fundamental para implementar políticas e práticas que auxiliem na gestão do tempo, no equilíbrio entre vida pessoal e profissional e na<a href="https://abqv.org.br/programa-de-saude-mental/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> saúde mental.</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>Desafios para a área de recursos humanos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://abqv.org.br/rh-estrategico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">setor de RH</a> nem sempre conseguirá atender a todas as demandas do profissional que se envolve com mais de um projeto. Além disso, a valorização dessa abordagem de relação com o trabalho frequentemente não é desejada pelas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, de modo simultâneo, <strong>as organizações precisam se adaptar a um cenário onde o conceito tradicional de jornada e relação empregatícia está mudando.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A complexidade dessa nova realidade faz com que seja mais difícil encontrar ferramentas e políticas para acompanhar esses colaboradores de forma eficaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa tendência exige <a href="https://abqv.org.br/retencao-de-talentos-dicas-eficazes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">novas estratégias de engajamento e retenção</a> que consideram as necessidades e demandas específicas desses profissionais, ao mesmo tempo em que não minimizem os riscos associados a esse tipo de arranjo no trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, é possível obter os benefícios de colaboradores com múltiplas habilidades e capazes de fomentar a criatividade e a inovação, muitas vezes em espaços mais resistentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, <strong>o <em>polywork</em> surge como uma alternativa que reflete mudanças nas relações de trabalho, trazendo tanto oportunidades quanto desafios.</strong> Logo, esse modelo pode oferecer maior flexibilidade e diversidade de experiências, mas também exige atenção ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda agora como o<a href="https://abqv.org.br/job-crafting/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> job crafting aumenta o engajamento e a satisfação profissional</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Referências</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento do polywork no Brasil: a mudança do trabalho convencional para uma abordagem multifuncional</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.pontotel.com.br/polywork" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.pontotel.com.br/polywork</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Polywork: Movimento Puxado pela Geração Z Redefine o Futuro do Trabalho</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://forbes.com.br/carreira/2024/11/polywork-movimento-puxado-pela-geracao-z-redefine-o-futuro-do-trabalho" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://forbes.com.br/carreira/2024/11/polywork-movimento-puxado-pela-geracao-z-redefine-o-futuro-do-trabalho</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Polywork: saiba tudo sobre essa tendência</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.alura.com.br/empresas/artigos/polywork?srsltid=AfmBOor8IEPNAkXo-F4tsasqONszfJ4LMTwl97zkmi9jLwk9l-9pF6i0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.alura.com.br/empresas/artigos/polywork?srsltid=AfmBOor8IEPNAkXo-F4tsasqONszfJ4LMTwl97zkmi9jLwk9l-9pF6i0</a></p>
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		<title>Entenda o que é e quais os benefícios da estratégia de feedforward</title>
		<link>https://abqv.org.br/feedforward/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Associação Brasileira de Qualidade de Vida - ABQV]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 19:08:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[clima organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[feedback]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[recursos humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um mercado de trabalho cada vez mais dinâmico, as práticas tradicionais de gestão de pessoas passam por transformações importantes, sobretudo para se adequarem às expectativas de empresas e colaboradores. Nesse contexto, o feedforward surge como uma abordagem que coloca<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em um mercado de trabalho cada vez mais dinâmico, as <strong>práticas tradicionais de gestão de pessoas passam por transformações importantes, sobretudo para se adequarem às expectativas de empresas e colaboradores.</strong> Nesse contexto, o <em>feedforward </em>surge como uma abordagem que coloca o futuro no centro da conversa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De modo geral, ele se diferencia do feedback convencional ao focar nas possibilidades de crescimento em vez de apenas avaliar o que já aconteceu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, para <a href="https://abqv.org.br/rh-estrategico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">profissionais de RH</a>, compreender e aplicar o <em>feedforward</em> representa uma oportunidade valiosa de potencializar o engajamento, o clima organizacional e a performance das equipes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que é o <em>feedforward</em> e por que ele é diferente do <em>feedback</em></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <em>feedforward</em> é uma técnica de interação que se <strong>concentra em orientações e sugestões para ações futuras.</strong> Numa tradução livre, o termo significa algo como &#8220;avançar&#8221; ou &#8220;olhar para frente&#8221;. Ele ganhou fama por meio do<a href="https://www.marshallgoldsmith.com/about" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> consultor empresarial Marshall Goldsmith.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim sendo, sua principal contraposição em relação ao <em>feedback </em>tradicional é a perspectiva temporal:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>feedback </em>olha para trás e responde a perguntas como &#8220;o que você fez?&#8221; e &#8220;por que isso aconteceu de tal forma?&#8221;;</li>



<li><em>feedforward </em>direciona o olhar para frente (&#8220;o que você pode fazer&#8221; e &#8220;como melhorar da próxima vez&#8221;).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, com esse ajuste não há julgamento sobre ações passadas, apenas sugestões construtivas para o futuro. Além disso, <strong>o interlocutor da conversa não precisa se justificar ou explicar comportamentos anteriores</strong>, somente <strong>estar aberto às sugestões apresentadas</strong> para implementá-las futuramente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De modo geral, essa abordagem cria um ambiente mais colaborativo e menos ameaçador. Outra distinção importante é que o <em>feedforward</em> é naturalmente mais positivo e motivador, o que muitas vezes não acontece com o feedback (principalmente quando ele é mal executado).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Que benefícios essa estratégia pode proporcionar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para os colaboradores, o principal ganho é o aumento da <a href="https://abqv.org.br/engajamento-no-trabalho-hibrido/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">motivação e do engajamento,</a> uma vez que as pessoas se sentem mais apoiadas em seu crescimento profissional. A <strong>ausência de julgamentos sobre o passado reduz significativamente a ansiedade e o estresse</strong> associados às avaliações tradicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia também desenvolve mais autoconfiança, pois os colaboradores recebem orientações práticas sobre como alcançar seus objetivos, sentindo-se mais preparados para enfrentar desafios futuros. Isso contribui diretamente para o<a href="https://abqv.org.br/diversidade-e-inclusao-no-bem-estar-corporativo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> bem-estar</a> profissional e a satisfação no trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o <strong><em>feedforward </em>estimula a proatividade e a autonomia</strong>. Quando as pessoas têm clareza sobre os próximos passos, tendem a assumir uma maior responsabilidade por seu próprio desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já para as organizações, essa implementação resulta em <a href="https://abqv.org.br/como-melhorar-clima-organizacional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">melhoria significativa do clima organizacional</a>, uma vez que as conversas sobre desenvolvimento se tornam mais construtivas e menos tensas. A <strong>estratégia ainda acelera o desenvolvimento de talentos</strong>, pois direciona energia e recursos para ações futuras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro benefício importante é a <strong>redução da rotatividade</strong>, já que funcionários que se sentem apoiados em seu crescimento profissional aumentam o comprometimento com a organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia também: <a href="https://abqv.org.br/pressao-no-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>As melhores maneiras de lidar com a pressão no trabalho e o que o RH pode fazer para minimizar a situação</em></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Os primeiros passos para implementar uma rotina de <em>feedforward</em></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A implementação bem-sucedida do <em>feedforward </em>requer planejamento. Entre as etapas essenciais para isso estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>capacitação de </strong><a href="https://abqv.org.br/apoio-emocional-no-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>líderes e gestores</strong></a><a href="https://abqv.org.br/apoio-emocional-no-trabalho/"> </a>no desenvolvimento de habilidades específicas (inclusive de <a href="https://abqv.org.br/comunicacao-eficaz-e-assertiva-na-gestao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunicação</a>) para conduzir sessões de <em>feedforward</em> de forma eficaz;</li>



<li><strong>estabelecimento de cronograma regular</strong>, com conversas focadas em objetivos específicos;</li>



<li><strong>criação de ambiente psicologicamente seguro</strong>, no qual os colaboradores estejam à vontade para solicitar e receber sugestões;</li>



<li><strong>definição de metodologias estruturadas</strong>, que podem incluir formulários simples ou roteiros de perguntas que orientem tanto quem oferece quanto quem recebe as sugestões durante as sessões.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da implementação inicial dessa dinâmica, é possível planejar os próximos passos para garantir que as melhoras sejam colocadas em prática. Além disso, construir agendas em conjunto para acompanhar os retornos obtidos também faz diferença.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>A união entre <em>feedback</em> e <em>feedforward</em></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma boa alternativa não é substituir o <em>feedback</em> pelo <em>feedforward</em>, mas sim combinar ambas as abordagens. Com o devido cuidado, <a href="https://abqv.org.br/como-dar-feedback/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cada uma tem seu papel específico </a>no processo de desenvolvimento profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <em>feedback </em>tradicional <strong>mantém sua importância para situações que exigem análise de resultados ou quando é necessário abordar comportamentos problemáticos</strong> que impactam a equipe. Nesses casos, a reflexão sobre o passado é fundamental para a compreensão e correção de rumos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o <em>feedforward</em> se mostra mais eficaz para situações em que o objetivo é <a href="https://abqv.org.br/retencao-de-talentos-dicas-eficazes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">potencializar talentos</a> ou preparar alguém para uma nova demanda. <strong>Além disso, em alguns casos, ambas as dinâmicas podem utilizar o mesmo material.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Basta pensar no cenário em que alguém fez uma apresentação muito ruim de um projeto importante e precisa melhorar para a próxima. Logo, tal alternância mantém o equilíbrio entre o aprendizado obtido com experiências passadas e o foco no crescimento futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, o <em>feedforward</em> representa uma oportunidade concreta de alterar positivamente a experiência profissional e, por consequência, a qualidade de vida nas organizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda agora <a href="https://abqv.org.br/job-crafting/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">como o job crafting aumenta o engajamento e a satisfação profissional</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Referências</strong></p>



<h6 class="wp-block-heading"><a></a>Virando a página do feedback: como o feedforward é uma ferramenta que impulsiona o engajamento e a produtividade de times?</h6>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.startse.com/artigos/como-o-feedforward-e-uma-ferramenta-que-impulsiona-o-engajamento-e-a-produtividade" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.startse.com/artigos/como-o-feedforward-e-uma-ferramenta-que-impulsiona-o-engajamento-e-a-produtividade</a></p>



<h6 class="wp-block-heading"><a></a>Try Feedforward Instead of Feedback</h6>



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		<title>RH estratégico: entenda por que toda empresa precisa fazer parte dessa transformação</title>
		<link>https://abqv.org.br/rh-estrategico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Associação Brasileira de Qualidade de Vida - ABQV]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 12:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[cultura organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[recursos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação profissional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um levantamento feito pela consultoria Great People com mais de 600 profissionais de recursos humanos mostrou que apenas 46,9% sentem que participam de decisões importantes para o negócio. Ou seja, menos da metade considera o RH estratégico. Tal realidade pode<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um levantamento feito pela consultoria <em>Great People</em> com mais de <a href="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms%2Ffiles%2F518157%2F1745599321Great-People-Pesquisa-Engajamento-RH.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">600 profissionais de recursos humanos mostrou que apenas 46,9% sentem que participam de decisões importantes para o negócio.</a> Ou seja, menos da metade considera o RH estratégico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal realidade pode <strong>prejudicar de forma significativa o alcance dos objetivos propostos pelo empreendimento</strong>, sobretudo no que diz respeito ao quadro de funcionários. Por isso, é importante entender os benefícios de ampliar a atuação do RH junto às lideranças.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que define o papel estratégico do RH</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O conceito de RH estratégico se destaca principalmente por ir além das funções tradicionais da área, </strong>que integram o chamado RH operacional.<strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, <strong>o RH operacional concentra suas atividades, em sua maioria, apenas em obrigações administrativas e de suporte, </strong>como contratação, <a href="https://abqv.org.br/beneficios-flexiveis-vantagens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">administração de benefícios </a>e gestão de processos seletivos. Também entram nessa lista o cumprimento de obrigações legais relacionadas à equipe vinculada à empresa. Em outras palavras, isso significa um <strong>trabalho mais burocrático.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, ele somente responde a demandas internas e executa processos previamente padronizados. Os profissionais nesse modelo podem trabalhar com métricas e dados (como número de faltas, rotatividade etc.), mas sem necessariamente conectá-los aos objetivos da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida, <strong>o RH estratégico eleva a importância desse departamento</strong>, principalmente frente à liderança. Ele passa a ser consultado antes da tomada de decisões importantes e participa ativamente do planejamento organizacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, o departamento deixa de ser apenas reativo e passa a ser proativo, sendo capaz de prever necessidades e desenvolver estratégias que <strong>coloquem a empresa em vantagem competitiva.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Exemplificando de forma simples: o RH estratégico pode entender antecipadamente – e alinhar junto à área em questão – a demanda de novas contratações, com tempo suficiente para conduzir um processo seletivo cuidadoso e eficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também pode agir de forma mais autônoma para identificar fatores que estão influenciando os indicadores de absenteísmo e alta rotatividade de determinados cargos, propondo soluções para tentar minimizá-los ou corrigi-los.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>A diferença dessa abordagem no dia a dia de um negócio</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A adoção de um RH estratégico traz benefícios significativos para as organizações, com impacto positivo em diversos aspectos do desempenho empresarial. Entre os mais destacados estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>aprimoramento na atração e na <a href="https://abqv.org.br/retencao-de-talentos-dicas-eficazes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">retenção de talentos</a>, uma vez que as estratégias de seleção, engajamento e desenvolvimento dos colaboradores <strong>se tornam mais alinhadas com as expectativas traçadas;</strong></li>



<li>fortalecimento da<a href="https://abqv.org.br/felicidade-no-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> cultura organizacional </a>em <strong>sintonia com os valores e objetivos da empresa,</strong> propiciando espaços onde os colaboradores se sentem mais conectados com o propósito daquele negócio;</li>



<li>melhoria do <a href="https://abqv.org.br/tendencias-para-bem-estar-corporativo-em-2025/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bem-estar dos colaboradores</a> por meio de <strong>pesquisas regulares, programas de qualidade de vida e iniciativas de saúde mental </strong>cuidadosamente planejadas;</li>



<li>elevação na capacidade de inovação, graças ao aumento da <a href="https://abqv.org.br/job-crafting/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">satisfação profissional </a>e da definição cuidadosa de metas coletivas e individuais;</li>



<li><strong>maior agilidade na tomada de decisões</strong>, que aceleram processos e reduzem riscos associados a diversas questões.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em longo prazo, é provável que empresas com um RH estratégico <strong>apresentem melhores resultados</strong><strong> e crescimento mais sustentável,</strong> sobretudo por conta do desenvolvimento do capital humano por trás das atividades do dia a dia do negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Leia também: </em><a href="https://abqv.org.br/chief-happiness-officer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>O cargo de chief happiness officer veio para ficar?</em></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Recomendações para reforçar o papel estratégico do RH</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para que uma empresa possa efetivamente implementar um RH estratégico, é necessário seguir algumas etapas fundamentais que facilitam essa transição e maximizam os resultados obtidos. Elas podem variar caso a caso, mas dependem geralmente de medidas que incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>apoio das<a href="https://abqv.org.br/habilidades-de-um-lider-mais-importantes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> lideranças</a>, que <strong>devem integrar o RH nas discussões estratégicas</strong>, garantindo suporte concreto às suas iniciativas;</li>



<li>implementação de <strong>ferramentas de análise de dados e sistemas de gestão de desempenho</strong> que permitem embasar decisões com informações confiáveis;</li>



<li><strong>acompanhamento de métricas de impacto</strong>, com base em indicadores específicos voltados à mensuração do retorno das ações (seja em tempo, investimento, resultados etc.);</li>



<li>disseminação eficiente de <strong>uma cultura organizacional sólida e compatível com os valores do negócio</strong>, o que muitas vezes é um desafio para a gestão convencional do RH;</li>



<li>promoção de uma <strong>mentalidade que busque uma melhoria contínua</strong> e acompanhe as tendências do mercado para aumentar o escopo de atuação dos recursos humanos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que uma tendência, <strong>a transformação para um RH estratégico é uma necessidade para quem quer continuar competitivo.</strong> Além disso, organizações que conseguem fazer essa transição com sucesso tendem a contar sempre com colaboradores mais satisfeitos e saudáveis, hoje e no futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite e tire mais uns minutinhos para entender melhor como consolidar uma<a href="https://abqv.org.br/cultura-organizacional-saude-mental/"> </a><a href="https://abqv.org.br/cultura-organizacional-saude-mental/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cultura organizacional e de que modo isso beneficia até mesmo a saúde mental</a> dos profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Referências</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">RH estratégico: qual o seu papel e como implementar</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://solides.com.br/blog/o-que-e-rh-estrategico" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://solides.com.br/blog/o-que-e-rh-estrategico</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">RH estratégico: o que é, como implantar e qual é a sua missão</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gupy.io/blog/rh-estrategico" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.gupy.io/blog/rh-estrategico</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">RH estratégico: descubra por que as empresas estão apostando nesta nova cultura</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://exame.com/carreira/rh-estrategico-descubra-por-que-as-empresas-estao-apostando-nesta-nova-cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://exame.com/carreira/rh-estrategico-descubra-por-que-as-empresas-estao-apostando-nesta-nova-cultura</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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